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Economia

Acelen anuncia novo aumento de preço da gasolina, a partir desta quinta-feira (30), na Bahia

30 de Abril de 2026 | 16h 12
Acelen anuncia novo aumento de preço da gasolina, a partir desta quinta-feira (30), na Bahia
Foto: Reprodução/Shutterstock

A Acelen, refinaria de petróleo responsável pela distribuição de combustíveis na Bahia, anunciou mais um aumento de preço da gasolina, a partir desta quinta-feira (30). O aumento de R$ 0,39 por litro, intensifica o cenário de instabilidade e elevação de custos no mercado de combustíveis baiano.

Em função da alta de preço, o Sindicombustíveis-BA, entidade que representa os revendedores de combustíveis no estado, manifestou forte preocupação com o novo reajuste feito pela Refinaria de Mataripe, que é operada pela Acelen.

Desde o início da guerra perpetrada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro de 2026, a gasolina já acumula oito aumentos no estado da Bahia. Isto porque a Acelen acompanha a política internacional de preços. Sendo assim, os reajustes vêm afetando, sobremaneira, o mercado baiano.

Em contraste, no mesmo período, a Petrobras, estatal brasileira, não realizou anúncios de reajustes do preço da gasolina, o que evidencia uma diferença significativa na dinâmica de formação de preços entre os agentes do setor, criando um desequilíbrio concorrencial.

O cenário impacta, significativamente, a economia do estado e o comportamento do consumidor. Isto porque provoca a redução do consumo da gasolina e incide nos índices inflacionários, além de afetar a sustentabilidade econômica dos postos revendedores.

De acordo com o Sindicombustíveis-BA, “é fundamental esclarecer que os postos revendedores atuam como o elo final da cadeia de comercialização de combustíveis, sem ingerência sobre os preços praticados nas etapas anteriores desta comercialização que envolve a refinaria, distribuidoras e impostos”.

Frente a isso, o sindicato enfatizou que seguirá monitorando, atentamente, “a evolução do cenário e seus desdobramentos no estado, reiterando a necessidade de medidas coordenadas e urgentes, que promovam maior previsibilidade e equilíbrio para o setor”.





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