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Saúde

Policlínicas garantem plena cobertura de média complexidade

25 de Setembro de 2015 | 17h 04
Policlínicas garantem plena cobertura de média complexidade
Para cada contingente de 50 mil a 100 mil habitantes deve existir uma unidade desse porte
As seis policlínicas localizadas em bairros e distrito de Feira de Santana e mais a Unidade de Pronto Atendimento 24h (UPA) da Mangabeira garantem a assistência de até média complexidade à população de Feira de Santana, conforme o que é preconizado pelo Ministério da Saúde. As unidades instaladas no município são classificadas como tipo 1 – isto representa que para cada contingente de 50 mil a 100 mil habitantes deve existir uma unidade desse porte.
 
Além dessas, a Prefeitura de Feira de Santana está construindo a UPA da Queimadinha – tipo 2, o que corresponde a uma classificação ainda melhor. Tem capacidade de atender uma área de até 200 mil habitantes - e a policlínica do distrito de Maria Quitéria. Sendo assim, os 600 mil habitantes estão cobertos pelos serviços de saúde em média complexidade. O atendimento é de urgência e emergência e é prestado 24h.
 
“Os números de atendimentos nas policlínicas, mais 600 mil, entre janeiros e julho, refletem não apenas a estatística, mas a necessidade e o trabalho que vem sendo desenvolvido nestas unidades”, afirmou a secretária de Saúde, Denise Mascarenhas. “Isso aliado ao índice de resolutividade, que passa dos 99%”. Significa que a cada cem entradas, apenas uma é transferida para outros hospitais.
 
As policlínicas estão situadas nos bairros Rua Nova, George Américo, Tomba, Feira X, Parque Ipê, além do distrito de Humildes. Elas somadas a Upa da Mangabeira já atenderam, somente no primeiro semestre deste ano, mais de 600 mil pacientes. Os dados foram contabilizados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
 
EQUIPE
 
Conforme a supervisora da SMS, Fabiana Cedraz, nelas atuam médicos plantonistas e especialistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, bem como técnicos de radiologia e laboratório. Ainda maqueiros, vigilantes, gerentes e porteiros. 
 
A supervisora da Saúde explica que, por ser unidades de média complexidade, os pacientes ficam em observação por um período de até 24h. São prestados atendimentos para casos clínicos de natureza crônica ou aguda. “Após esse período são avaliados e, caso precise podem ser transferidos”, pontua.


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