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Apelidado de ‘Monstro de Wermelskirchener’, homem fingia ser babá para abusar de crianças e bebês, na Alemanha

02 de Junho de 2022 | 12h 38
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Apelidado de ‘Monstro de Wermelskirchener’, homem fingia ser babá para abusar de crianças e bebês, na Alemanha
Foto: Getty Images

Destaque na imprensa alemã, nesta quarta-feira (1º), pela brutal sucessão de crimes sexuais contra bebês e crianças pequenas, ao longo de vários anos, o técnico de informática Marcus R., de 44 anos, fingia ser babá para violentar menores e partilhar online as imagens dos abusos.

De acordo com o jornal Bild, o “monstro de Wermelskirchener”, como está sendo chamado pelos meios de comunicação alemães, teria violado e maltratado, pelo menos, 12 vítimas. O suspeito, dizem as autoridades locais, tinha um cúmplice, que o incitava a práticas sexuais com outras vítimas e o compartilhamento das imagens dos abusos e de pornografia infantil.

Segundo o site Notícias ao Minuto, o jornal alemão News reportou que a investigação aponta Marcus R. como o principal suspeito. No entanto, toda uma rede de crimes está por trás de sua atuação. Segundo a polícia, há outras 100 pessoas envolvidas. Até o momento, 73 suspeitos foram identificados.

A “dimensão da brutalidade”, conforme destacam os investigadores, excede outras redes criminosas do mesmo teor. “Estou chocado e atordoado. Nunca encontrei tamanho grau de brutalidade desumana, indiferença e insensibilidade em relação a crianças pequenas, à sua dor e gritos”, disse Falk Schnabel, comissário de polícia de Colônia, na Alemanha.

BEBÊS – O inquérito também aponta que a vítima mais jovem tinha somente um mês de idade. Há, ainda, outros cinco bebês e crianças com deficiência. A polícia acredita que há mais 33 vítimas. O número ainda é provisório, uma vez que são referentes a apenas 10% das imagens em análise pelas autoridades alemãs.

Ao longo do inquérito, 32 terabytes de imagens dos abusos, contendo 3,5 milhões de fotos e 1,5 milhão de vídeos, foram descobertos. O material revela atos de extrema violência. As imagens, segundo o News, “chocaram até mesmo os investigadores experientes na área”. Estupros brutais de bebês e crianças pequenas estão entre elas. A polícia suspeita, ainda, que algumas vítimas teriam sido drogadas.



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