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Governo do Chile decide usar 3ª dose da Pfizer ou AstraZeneca em vacinados com CoronaVac

06 de Agosto de 2021 | 12h 27
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Governo do Chile decide usar 3ª dose da Pfizer ou AstraZeneca em vacinados com CoronaVac
Foto: AFP/Marcelo Segura

No Chile, quem foi imunizado contra a Covid-19 com a CoronaVac, antígeno produzido pelo laboratório chinês Sinovac, deve receber uma terceira dose de reforço da vacina fabricada pela Pfizer/BioNTech ou do imunizante da AstraZeneca/Oxford. A confirmação foi dada, nesta quinta-feira (5), pelo presidente Sebastián Piñera.

De acordo com o chefe de Estado, a aplicação deve começar na próxima semana. "Decidimos iniciar um reforço da vacinação de todas as pessoas que já receberam suas duas doses da vacina. Este processo de reforço começará na quarta-feira, 11 de agosto", destacou, durante relatório diário sobre a evolução da pandemia.

Segundo o portal O Tempo, a agência de notícias AFP reportou que as autoridades sanitárias chilenas detalharam que o processo começará com os adultos maiores de 55 anos que se vacinaram com duas doses da CoronaVac, fármaco mais usado no país. Eles receberão uma terceira injeção da vacina AstraZenec/Oxford.

Depois, serão incorporados ao calendário de reforço da vacinação os menores de 55 anos. Este público-alvo vai tomar o imunizante da Pfizer/BioNTech. O esquema também contempla os profissionais da saúde que receberam a CoronaVac e os portadores de comorbidades.

Até o momento, o Chile imunizou 12,2 milhões de pessoas contra o novo coronavírus. O quantitativo representa 80,3% da população adulta do país, que tem 19 milhões de habitantes. Atualmente, o governo chileno está vacinando também os menores de até 12 anos.

Conforme a AFP, por enquanto, não receberão a terceira dose quem tomou as vacinas da Pfizer/BioNTech, da AstraZeneca/Oxford e da CanSino, imunizante chinês também usado no país.

A dose de reforço será implementada somente após a comprovação, em estudo, de que a vacina do laboratório Sinovac tem sua eficácia reduzida com o passar dos meses. Em abril, foi constatado que a capacidade de prevenção de casos sintomáticos da doença era de 67%. Recentemente, no entanto, foi comprovado que o potencial de proteção da CoronaVac diminuiu para 58,49%.

O Chile deu início à vacinação em massa no dia 3 de fevereiro. Os idosos foram os primeiros a serem imunizados. Agora, o grupo volta ao topo da lista de prioridade, para recebimento do novo reforço.

Entre os países mais céleres em termos de vacinação, o Chile vê, atualmente, o efeito dos antígenos contra a doença, que começa a se refletir na redução de casos e de hospitalizações. Hoje, o país registra uma média de mil casos por dia e soma mais de 1,6 milhão de infectados. As mortes superam a casa dos 35 mil.



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