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Chile estuda possibilidade de 3ª dose de vacina contra Covid-19

23 de Junho de 2021 | 10h 32
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País enfrenta nova onda com 78% da população vacinada

Chile estuda possibilidade de 3ª dose de vacina contra Covid-19
Foto: Sebastián Rodríguez/Presidencia de Chile/Xinhua

O governo do Chile analisa a possibilidade aplicar uma terceira dose de reforço da vacina contra a Covid-19. O presidente chileno, Sebastián Piñera, fez o anúncio nesta terça-feira (22). O país luta para combater mais uma onda de contágios provocada pelo novo coronavírus, em meio a dúvidas sobre a eficácia da vacina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac contra as cepas mais transmissíveis do vírus.

De acordo com a Agência Brasil, a sucursal da agência de notícias Reuters situada em Santiago reportou que o chefe do Executivo chileno disse que especialistas da área de saúde estão avaliando estudos científicos, a fim de determinar se uma terceira dose de imunizante seria mesmo necessária. O país está dando início à vacinação da população adolescente. "Como governo, estamos atentos aos problemas de hoje, mas também precisamos nos antecipar e preparar para enfrentar os problemas de amanhã", observou.

O Chile depende, amplamente, da CoronaVac para executar uma das campanhas de imunização mais rápidas do mundo. No país, já foram administradas 16,8 milhões de doses da vacina chinesa, além das 3,9 milhões de doses do antígeno produzido, em parceria, pela farmacêutica norte-americana Pfizer e pelo laboratório alemão BioNTech. Quantidades menores de imunizantes fabricados pela empresa chinesa CanSino Biologics e pela farmacêutica britânica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford também foram aplicadas.

De acordo com a Reuters, até o momento, 78% do público-alvo do Chile tomaram pelo menos uma dose, e 61% estão completamente vacinados. Isto tornou o país um teste importante para a eficácia da CoronaVac no mundo.

Segundo um estudo publicado em abril, a vacina chinesa provou ser minimamente eficiente na prevenção da doença após a primeira dose. Com a aplicação segunda, o imunizante apresentou 67% de eficácia na prevenção de infecção sintomática, 85% na prevenção de hospitalizações e 80% na prevenção de mortes, diz o portal de notícias.



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