Tribuna Feirense

  • Facebook
  • Twiiter
  • (75) 9707-1234
  • Feira de Santana, segunda, 15 de junho de 2026

Mundo

Reino Unido registra 9 casos de Covid-19 ligados à variante brasileira do novo coronavírus

24 de Janeiro de 2021 | 10h 54
Reino Unido registra 9 casos de Covid-19 ligados à variante brasileira do novo coronavírus
Foto: Hannah McKay/Reuters/Arquivo

O ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, informou, neste domingo (24), que Reino Unido registrou nove casos de Covid-19 ligados à variante brasileira do coronavírus Sars-Cov-2. De acordo com o G1, as autoridades de saúde do país também encontraram, pelo menos, 77 casos confirmados de infecções provocadas pela mutação oriunda da África do Sul, que é mais transmissível.

Em entrevista à BBC, Hancock disse que todas as ocorrências estão ligadas a viajantes. “Eles estão sob observação cuidadosa, e aprimoramos o rastreamento de contatos para fazer tudo o que pudermos para impedir que isso se espalhe”, garantiu.

Além dessas duas novas cepas, o país tenta conter o avanço de uma terceira variante, desta vez britânica. Na última sexta-feira (22), o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, admitiu, pela primeira vez, que a mutação, também mais contagiosa do que a forma inicial do novo coronavírus, pode ser mais letal. Sendo assim, pode estar relacionada ao aumento súbito de mortalidade no país.

VARIANTE AMAZÔNICA – No início do ano, uma nova mutação, oriunda do Brasil, foi identificada, pela primeira vez, em quatro viajantes japoneses que visitaram o estado do Amazonas. Segundo o G1, na semana passada, o primeiro-ministro britânico disse que o governo do Reino Unido buscava formas de impedir que a variante brasileira do coronavírus entrasse no país. Um dia depois, o Reino Unido anunciou a proibição da entrada de viajantes do Brasil, de Portugal e de mais 14 países, por conta do risco de transmissão da nova cepa.

De acordo com o escritório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Amazônia, onde foram identificadas as primeiras amostras da mutação brasileira, elas podem ter evoluído de uma linhagem viral que circulava na região desde abril do ano passado. O G1 informou que as sequências genéticas vistas nestas amostras têm um número incomum de alterações, além daquelas na proteína S, que se assemelham ao padrão observado em linhagens do Reino Unido e da África do Sul.



Mundo LEIA TAMBÉM

Charge da Semana

charge

As mais lidas hoje