O Ministério da Saúde (MS) lançou, nesta sexta-feira (17), o Programa Nacional de Pesquisa Clínica (PPClin), que destinará R$ 120 milhões, em 2026, por meio de consulta pública, para que hospitais federais, universidades e institutos de pesquisa apresentem propostas.
A iniciativa visa criar diretrizes para acelerar o
desenvolvimento de medicamentos, tratamentos e equipamentos inovadores
essenciais para a população e para o alcance da soberania nacional em saúde.
De acordo com Alexandre Padilha,
titular da pasta, cada vez mais, os hospitais brasileiros, do Sistema Único de
Saúde (SUS) e das universidades, vão receber os principais estudos de novos
medicamentos, vacinas e diagnósticos.
No Rio de Janeiro, durante a abertura da feira SUS Inova Brasil, evento que reúne
instituições públicas e privadas da saúde, o ministro destacou o interesse do
governo em elevar a produção nacional. “A gente vai descobrindo os medicamentos
mais adequados para as características da população brasileira. Faz parte do
esforço de aumentar a produção local”, disse.
Ainda na capital carioca, Padilha
vai ao Instituto Nacional de Câncer (Inca), com o propósito de dar mais um
passo na construção do novo instituto. “O novo campus do Inca vai juntar 18 prédios, que são
fragmentados, num grande hospital, com R$ 2,5 bilhões previstos, uma parceria
com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”, afirmou.
Em sua terceira agenda, o ministro anuncia o carretaço do programa
Agora Tem Especialistas, que levou
unidades móveis para novas localidades, em todo o Brasil. O bairro Realengo, na
Zona Oeste do Rio de Janeiro, é uma das áreas que recebe uma carreta de saúde
da mulher. O equipamento é voltado ao diagnóstico precoce dos cânceres de mama
e de colo do útero.
*Com informações da
Agência Brasil.