Após celebrar a primeira missa de 2026, o papa Leão XIV fez um apelo aos líderes mundiais, em prol da paz, sobretudo entre “nações ensanguentadas por conflitos e miséria”.
O Santo Padre, líder maior da Igreja Católica Apostólica
Romana, afirmou que, “à medida que o ritmo dos meses se repete, o Senhor
convida-nos a renovar o nosso tempo, inaugurando, por fim, uma era de paz e
amizade entre todos os povos”.
Aos cerca de 40 mil fiéis que se reuniram na Praça de São
Pedro, em Roma, capital italiana, nesta quinta-feira (1º), para assistir à oração
do Angelus, o pontífice lembrou que “sem este desejo de bem, não faria sentido
virar as páginas do calendário nem preencher as nossas agendas”.
Imbuído do mais profundo desejo de paz entre as nações e os homens, o líder
católico pediu que todos rezassem em consonância. “Rezemos todos juntos pela
paz. Antes de tudo, pela paz entre as nações ensanguentadas por conflitos e
miséria, mas também pela paz nos nossos lares, nas famílias feridas pela
violência e pela dor. Certos de que Cristo, nossa esperança, é o sol da justiça
que jamais se põe, peçamos, com confiança, a intercessão de Maria, Mãe de Deus
e Mãe da Igreja”, clamou.
Ao finalizar a oração, Leão XIV
lembrou que, desde 1º de janeiro de 1968, a data é lembrada como Dia Mundial da
Paz e citou parte da
mensagem que proferiu ao ser eleito pontífice: “A paz esteja com todos vocês”, disse, convidando os cristãos a iniciarem o novo ano desarmando corações, rejeitando
toda forma de violência e manifestando apreço por iniciativas de promoção da
paz em todo o mundo.
O Santo Padre também recordou o oitavo centenário da morte de São
Francisco de Assis e concedeu sua bênção ao mundo.