Tribuna Feirense

  • Facebook
  • Twiiter
  • (75) 9707-1234
  • Feira de Santana, quarta, 17 de junho de 2026

Política

Em última reunião ministerial, Lula diz que 2026 será o ano da verdade

17 de Dezembro de 2025 | 18h 24
Em última reunião ministerial, Lula diz que 2026 será o ano da verdade
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta-feira (17), que o Governo Federal precisa alcançar a “narrativa correta” para informar ao povo brasileiro sobre as coisas que aconteceram, nos últimos anos, no país. O presidente comandou, esta manhã, a última reunião ministerial de 2025, na residência oficial da Granja do Torto, em Brasília.

Para Lula, o país está em uma situação “amplamente favorável”, embora, segundo ele, isso não apareça com a força que deveria aparecer nas pesquisas de opinião pública, em razão da polarização política.

O chefe do Executivo Nacional disse que o discurso da equipe precisa estar definido para o processo eleitoral do ano que vem. “O ano eleitoral vai ser o ano da verdade. Ou seja, nós temos que criar a ideia da hora da verdade, para mostrar quem é quem, nesse país; quem faz o quê, nesse país; o que aconteceu antes de nós; e o que aconteceu quando nós chegamos ao governo”, disse, aos seus ministros, citando ações em diversas áreas, como economia e inclusão social.

Lula enfatizou, ainda, que é importante que o grupo que compõe a gestão tenha noção de que é preciso fazer com que o povo saiba o que, de fato, aconteceu no Brasil. “Eu tenho a impressão que o povo ainda não sabe. Eu tenho a impressão que nós ainda não conseguimos a narrativa correta para fazer com que o povo saiba fazer uma avaliação das coisas que aconteceram”, ponderou.

O presidente também disse que vai aceitar o afastamento dos ministros que quiserem disputar um cargo ou a reeleição. Isto porque, no pleito de 2026, não será escolhido apenas o novo presidente da República, mas também governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Lula destacou a capacidade de articulação da equipe para a aprovação de medidas de interesse do governo no Congresso Nacional, como a isenção do Imposto de Renda e a reforma tributária. Para ele, o país vive um “momento ímpar”, do ponto de vista econômico, sobretudo pelo aumento da capacidade de investimento e financiamento dos bancos públicos.

O mandatário reafirmou que o dinheiro precisa circular nas mãos da população. “Nós precisamos fazer muito mais, porque a minha teoria é que pouco dinheiro na mão do povo resolve o problema. Não tem macroeconomia, não tem câmbio. Se tiver dinheiro na mão do povo, está resolvido o nosso problema. Está resolvido o problema da industrialização, do consumo, da agricultura, está resolvido o problema da inflação”, avaliou.

Lula ressaltou que suas gestões acabaram “com a invisibilidade das camadas mais pobres da população. “Nós acabamos com a invisibilidade de um povo que só era reconhecido em época de eleição”, assinalou.

Após o discurso de abertura da reunião, o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSDB), falou sobre as políticas industriais em desenvolvimento. Já o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), fez um balanço dos primeiros três anos da gestão.

 

 

 


 

 

*Com informações da Agência Brasil.



Política LEIA TAMBÉM

Charge da Semana

charge

As mais lidas hoje