O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, foi detido pela Polícia Federal (PF) ao desembarcar no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. Segundo Malafaia, a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que determinou o cumprimento de um mandado de busca e apreensão contra o líder religioso, é uma "retaliação" a ele.
Ao deixar a delegacia da PF no aeroporto, onde prestou depoimento, Malafaia prometeu reforçar os ataques que vem fazendo ao ministro Alexandre de Moraes, a quem chamou de "criminoso". O pastor negou ter orientado o ex-presidente Jair Bolsonaro nos últimos meses e afirmou que seus diálogos com o político eram "conversas de amigos".
Malafaia também criticou a atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos, chamando-o de "babaca" e "estúpido de marca maior" em mensagens enviadas a Jair Bolsonaro. O líder religioso se disse "autônomo até para criticar Bolsonaro" e afirmou não ser "bolsominion".