O marido e, também, principal suspeito de assassinar,
brutalmente, Kristina Joksimovic, finalista do concurso Miss Suíça 2008, teve
um recurso de libertação de custódia rejeitado, nesta quarta-feira (11), pelo Tribunal
Federal em Lausanne.
Identificado pelo prenome de Thomas, o réu, de 41 anos, confessou
ter estrangulado e desmembrado o corpo da vítima com uma serra tico-tico e
tesouras de jardim. O inquérito também aponta que, depois disso, o homem
triturou o corpo da esposa em um liquidificador.
Os restos mortais da modelo, de 38 anos, foram encontrados em
Binningen, perto de Basileia, na Suíça, em fevereiro de 2024. Segundo o jornal Daily
Mail, a investigação concluiu que havia "indícios concretos de doença
mental" relacionados ao caso.
A polícia também constatou "falta de empatia e
sangue-frio”, além de "traços sádicos-sociopatas", no acusado, após o
assassinato da esposa. Fontes próximas ao casal declararam que o relacionamento
de Kristina e Thomas vinha "em crise há meses".
Após deixar de competir em concursos de beleza,
a modelo abriu uma agência, com a finalidade de ofertar cursos a aspirantes a
misses. Ela também atuava como coach,
ensinado mulheres a buscar confiança em suas vidas pessoais ou profissionais. Kristina
Joksimovic deixou dois filhos, frutos do casamento com Thomas.