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Política

Apoiadores de Bolsonaro acampados na porta do 35º BI, em FSA, dizem ter sofrido ataque a tiros, na noite de ontem (12)

13 de Dezembro de 2022 | 12h 38
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Apoiadores de Bolsonaro acampados na porta do 35º BI, em FSA, dizem ter sofrido ataque a tiros, na noite de ontem (12)
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Manifestantes bolsonaristas que estão acampados, há mais de 40 dias, na porta do 35º Batalhão de Infantaria (BI) de Feira de Santana relataram ter sido vítimas de um ataque a tiros, na noite desta segunda-feira (12).

De acordo com o Acorda Cidade, a confusão ocorreu por volta das 21h40. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a aglomeração diante do quartel e um homem dizendo que um veículo de cor branca se aproximou do grupo e desferiu tiros contra os apoiadores do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), que protestam contra a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições 2022.

Em entrevista ao portal de notícias, na manhã de hoje (13), John Manoel, integrante do movimento, disse que o suposto agressor passou provocando as pessoas que estavam nas barracas e que as mesmas regiram, jogando água contra o carro onde ele se encontrava. Depois, disso, segundo o manifestante, o homem teria retornado e deflagrado os tiros. Ele ressaltou, ainda, que ninguém ficou ferido.

Conforme o grupo, no momento do suposto ataque, não havia viaturas da Polícia Militar (PM) nem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no local. “Estamos aqui há 43 dias, fazendo manifestação. E alguns petistas não aceitam a nossa forma de expressão e de manifesto. Eles cobram tanto de liberdade e democracia, mas não respeitam. Então, ontem, assim como outros fatos que já aconteceram, um homem passou nos provocando, fazendo gestos. E as pessoas que estão aqui, já estão cansadas, estão revoltadas com tudo isso que está acontecendo. Então, o pessoal jogou água nele. Ele fez o retorno e, quando voltou, deu tiros para cima, mas nada grave”, contou John Manoel, ao Acorda Cidade.

O bolsonarista também falou sobre a dinâmica da manifestação na porta do 35º BI. “A maioria do pessoal que está aqui é empregado. Outros são empresários. Então, quem precisa cumprir carga horária, fica um determinado tempo e, depois, sai. Quem pode ficar por mais tempo, fica. E a gente vai se unido, vai fazendo vaquinha. Tem pessoas que possuem uma condição maior, então, trazem o que podem. Outros já possuem uma condição menor e, também, só trazem o que pode. E, assim, a gente vai levando”, descreveu.



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