A Bahia teve um crescimento significativo em número de transplantes e doadores, de acordo a Secretaria de Comunicação Social (Secom), em dados coletados entre janeiro a agosto de 2016 em comparação com o mesmo período do ano passado. O estado lançou, há um ano, a Política Estadual de Incentivo ao Transplante, com o intuito de salvar vidas.
O aumento de 40% em transplantes realizados, e de 20% no número de doadores, são dados positivos para as mais de 2.300 pessoas que estão na lista de espera da Central de Transplantes do Estado.
América Carolina Sodré, coordenadora do centro, informou que em comparação com 2015, os transplantes de fígado, medula e rins, foram os que tiveram maior registro no estado.
A coordenadora informou que uma das dificuldades para aumentar o número de transplantes é identificar os potenciais doadores. Segundo ela, a negativa das famílias reduziu de 70% para 61%, sendo que a média brasileira de recusa familiar fica em torno de 44%.
América ainda informou à equipe do jornal A tarde, que após o paciente vir à óbito por morte encefálica, familiares de primeiro ou segundo grau da vítima, sendo eles maiores de idade, podem assinar a autorização da doação. É necessário também a presença de duas testemunhas para assinarem o termo, podendo ser pessoas da família ou funcionários que acompanharam a vítima durante o internamento até o óbito.
A Bahia conta com duas instituições credenciadas para transplante de fígado, seis para transplante renal - com a sétima em fase de credenciamento junto ao Sistema Nacional de Transplantes -, uma para coração outra para pulmão, duas para medula óssea e 16 para transplante de córneas. Médicos, enfermeiros e assistente social, fazem parte das equipes das organizações que são subordinadas à Central Estadual de Transplantes.
A Bahia teve um crescimento significativo em número de transplantes e doadores, de acordo a Secretaria de Comunicação Social (Secom), em dados coletados entre janeiro a agosto de 2016 em comparação com o mesmo período do ano passado. O estado lançou, há um ano, a Política Estadual de Incentivo ao Transplante, com o intuito de salvar vidas.
O aumento de 40% em transplantes realizados, e de 20% no número de doadores, são dados positivos para as mais de 2.300 pessoas que estão na lista de espera da Central de Transplantes do Estado.
América Carolina Sodré, coordenadora do centro, informou que em comparação com 2015, os transplantes de fígado, medula e rins, foram os que tiveram maior registro no estado.
Autorização
A coordenadora informou que uma das dificuldades para aumentar o número de transplantes é identificar os potenciais doadores. Segundo ela, a negativa das famílias reduziu de 70% para 61%, sendo que a média brasileira de recusa familiar fica em torno de 44%.
América ainda informou à equipe do A TARDE, que após o paciente vir à óbito por morte encefálica, familiares de primeiro ou segundo grau da vítima, sendo eles maiores de idade, podem assinar a autorização da doação. É necessário também a presença de duas testemunhas para assinarem o termo, podendo ser pessoas da família ou funcionários que acompanharam a vítima durante o internamento até o óbito.
Equipes
A Bahia conta com duas instituições credenciadas para transplante de fígado, seis para transplante renal - com a sétima em fase de credenciamento junto ao Sistema Nacional de Transplantes -, uma para coração outra para pulmão, duas para medula óssea e 16 para transplante de córneas. Médicos, enfermeiros e assistente social, fazem parte das equipes das organizações que são subordinadas à Central Estadual de Transplantes.