Psicóloga explica como o excesso de romantização em torno da data pode intensificar sentimentos de solidão e cobrança emocional
A banda Samprime promete levantar o público neste final de semana. Na sexta-feira, dia 05 de junho, o grupo se apresenta no Aleatórios Bar, na Pituba. Já no sábado, dia 06, a Samprime encara uma dobradinha de apresentações, no Ruff GastroBar, em Vilas do Atlântico; e em um evento privado, para público seleto, em Salvador. Para os shows, a banda, conhecida por sua mistura envolvente de samba e pagode, com releituras vibrantes e músicas autorais que conquistam o público, promete não deixar ninguém parado com clássicos do pagode, sucessos nacionais e composições próprias. Para o evento em Vilas, os acessos podem ser adquiridos em https://linktr.ee/
Vivendo uma fase de crescimento na cena musical baiana, a Samprime vem ampliando sua presença em eventos e casas de show da capital e região metropolitana. O grupo tem se destacado pela forte interação com o público e pela energia contagiante das apresentações. A expectativa é de mais um fim de semana de casa cheia e muita animação ao som do melhor do samba e do pagode.
As tradicionais festas juninas seguem ocupando um espaço importante no calendário escolar e vão muito além da diversão. Em escolas de diferentes regiões do país, os festejos desempenham um papel fundamental na valorização da cultura popular e no fortalecimento da identidade cultural entre crianças e adolescentes. Quadrilhas, apresentações musicais, trajes típicos, culinária regional e brincadeiras tradicionais fazem parte das atividades que mobilizam alunos, professores e famílias durante o período. Segundo Larissa Machado, psicanalista e diretora do Colégio São Paulo – Unidade Tempo de Criança, um colégio da Inspira Rede de Educadores, essas atividades ajudam os estudantes a conhecerem a história, os costumes e as tradições nordestinas, além de contribuírem diretamente para o desenvolvimento social e emocional das crianças e adolescentes. “A participação em ensaios, apresentações e atividades coletivas estimula habilidades como comunicação, criatividade, interação e trabalho em equipe, fortalecendo também o sentimento de pertencimento cultural dos alunos”, pontua.
Mais do que um momento de celebração, as festas juninas dentro das escolas têm um importante papel pedagógico e cultural. Outro ponto de destaque é o envolvimento das famílias no ambiente escolar. Durante os festejos, pais e responsáveis costumam participar ativamente da preparação das comidas típicas, produção dos trajes dos filhos e apresentações, estreitando os vínculos entre escola e comunidade. “Quando a escola promove atividades ligadas à cultura popular, ela também contribui para que os estudantes compreendam a importância das suas raízes e tradições. As festas juninas ajudam a manter viva uma herança cultural muito forte no Nordeste”, destaca Larissa.
Além das apresentações tradicionais, muitas instituições também aproveitam o período para trabalhar temas interdisciplinares em sala de aula, abordando história, música, dança, literatura e regionalismo de forma lúdica e educativa. Em um cenário cada vez mais marcado pela influência digital e globalizada, iniciativas que valorizam manifestações culturais regionais tornam-se ainda mais relevantes para preservar costumes e transmitir conhecimento às novas gerações.
Resistência à insulina e diabetes descontrolado interferem na ovulação, no equilíbrio hormonal e nas chances de gravidez
A fertilidade está diretamente ligada ao equilíbrio do organismo. Hormônios regulados, metabolismo saudável e qualidade de vida influenciam profundamente a capacidade reprodutiva feminina. Nesse contexto, a resistência à insulina e o diabetes descontrolado surgem como condições que podem impactar diretamente a fertilidade. A resistência à insulina, considerada um dos principais distúrbios metabólicos associados à infertilidade, está presente em aproximadamente 20,5% das mulheres com dificuldade para engravidar e possui forte relação com a síndrome dos ovários policísticos (SOP), afetando cerca de 35% a 80% das pessoas diagnosticadas com a condição. As alterações metabólicas afetam o equilíbrio hormonal, comprometem a ovulação e podem reduzir as chances de gravidez, além de aumentarem os riscos durante a gestação. “Por isso, é fundamental olhar para a saúde metabólica de forma integrada, entendendo que condições como resistência à insulina e diabetes podem interferir não apenas no bem-estar geral, mas também na saúde reprodutiva e nas chances de uma gestação saudável”, explica o médico do IVI Salvador, Fábio Vilela.
A resistência à insulina acontece quando o organismo apresenta dificuldade em responder adequadamente à ação da insulina, hormônio responsável por ajudar a glicose a entrar nas células. A condição pode estar relacionada a fatores como excesso de peso, sedentarismo, predisposição genética, alimentação rica em açúcar e ultraprocessados, além de alterações hormonais e síndrome dos ovários policísticos. Entre os sinais mais comuns do problema, estão dificuldade para emagrecer, aumento da gordura abdominal, cansaço frequente, escurecimento da pele em algumas regiões, aumento da fome e irregularidade menstrual. Quando não tratada, a resistência à insulina pode evoluir para o diabetes tipo 2 e desencadear impactos importantes sobre a saúde reprodutiva.
O diabetes mal controlado também pode afetar diferentes etapas do processo reprodutivo. Níveis elevados de glicose aumentam o estresse oxidativo no organismo, provocando danos celulares que comprometem a qualidade dos óvulos e dificultam tanto a fecundação quanto à implantação embrionária. O ambiente uterino também pode sofrer alterações, impactando o desenvolvimento inicial da gestação. Quando a gravidez acontece em um cenário de diabetes descompensado, aumentam os riscos de complicações como hipertensão gestacional, pré-eclâmpsia, parto prematuro e alterações congênitas. “O planejamento gestacional é fundamental para mulheres que possuem diabetes ou resistência à insulina. O acompanhamento médico ajuda a estabilizar os níveis glicêmicos e reduzir riscos durante toda a gestação”, destaca o especialista em reprodução assistida.
Um dos impactos da resistência à insulina e do diabetes está relacionado à qualidade dos óvulos. Em mulheres com idade reprodutiva mais avançada, o impacto tende a ser ainda maior, já que a reserva ovariana naturalmente diminui com o passar do tempo. Apesar dos impactos sobre a fertilidade, mudanças no estilo de vida podem ajudar no controle das condições metabólicas. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e controle do peso corporal contribuem para melhorar a sensibilidade à insulina, favorecer o equilíbrio hormonal e aumentar as chances de gravidez. “Mais do que tratar a infertilidade, cuidar da saúde metabólica significa investir na saúde integral e na segurança de uma futura gestação”, conclui o médico do IVI Salvador.
Sobre o IVI – RMANJ
IVI nasceu em 1990 como a primeira instituição médica na Espanha especializada inteiramente em reprodução humana. Atualmente são em torno de 190 clínicas em 15 países e 7 centros de pesquisa em todo o mundo, sendo líder em Medicina Reprodutiva e o maior grupo de reprodução humana do mundo.
Duas marcas baianas movidas pela autenticidade, pelo trabalho manual e pela valorização da produção autoral acabam de se unir em uma colaboração inédita. O Ateliê 2 e a Amará apresentam um lançamento exclusivo que traduz a conexão entre seus universos criativos em peças que unem sofisticação, identidade e acabamento artesanal rebuscado.
Como resultado dessa união, surge uma linha exclusiva de cintos em couro, desenvolvida a partir da essência de ambas as marcas. As peças trazem estética atemporal e um design versátil, característica que fazem parte do DNA do Ateliê 2 e da Amará.
A parceria nasceu de forma orgânica, a partir da amizade, da admiração mútua e da afinidade entre as trajetórias das duas marcas soteropolitanas, que compartilham o olhar atento aos detalhes, à qualidade da matéria-prima e o valor do feito à mão. O lançamento do produto em colaboração simboliza o encontro entre mulheres empresárias que acreditam no design autêntico.
“A collab nasceu de uma conexão muito verdadeira entre as marcas. Existe uma admiração genuína pelo trabalho uma da outra e uma visão em comum sobre criação, processo artesanal e originalidade. Queríamos desenvolver algo que representasse isso de forma elegante e atemporal”, destacam Jessica Ribeiro e Suzette Imbiriba, designer das marcas.
Com forte identidade autoral, o Ateliê 2 vem consolidando seu posicionamento através de peças utilitárias e acessórios produzidos artesanalmente, enquanto a Amará reforça sua presença no mercado com uma estética sofisticada, feminina e contemporânea. A colaboração marca um movimento cada vez mais forte entre marcas: o de valorizar o local, fortalecer conexões criativas e transformar o artesanal em objeto de desejo, pela sua exclusividade. O lançamento oficial do produto será no dia 02 de junho e estará disponível para venda nas duas marcas.