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Política

Força Nacional recebe autorização do Ministério da Justiça para atuar na posse de Lula

28 de Dezembro de 2022 | 10h 31
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Força Nacional recebe autorização do Ministério da Justiça para atuar na posse de Lula
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou a Força Nacional a atuar, em apoio à Polícia Rodoviária Federal (PRF), "nas atividades de escoltas" referentes à Operação Posse Presidencial 2023, iniciada, oficialmente, nesta terça-feira (27/12).

Publicada na edição de hoje (28) do Diário Oficial da União (DOU), a decisão foi assinada ministro substituto da pasta, Antonio Ramirez Lorenzo. De acordo com o documento, a participação dos militares junto à PRF funcionará em caráter episódico e planejado, entre 27 de dezembro de 2022 e 2 de janeiro de 2023.

O contingente de militares obedecerá, segundo a portaria, ao planejamento definido pela diretoria da Força Nacional de Segurança Pública, da Secretaria Nacional de Segurança Pública e do Ministério da Justiça e Segurança Pública. "A operação terá o apoio logístico do órgão demandante, que deverá dispor da infraestrutura necessária à Força Nacional de Segurança Pública", especifica o documento.

Conforme o jornal Correio Braziliense, os integrantes da equipe de transição do novo governo estão ainda mais preocupados com a cerimônia de posse, em função do episódio terrorista protagonizado pelo bolsonarista George Washington de Oliveira Sousa. Ele foi preso e autuado pelo crime de terrorismo, no último sábado, tendo confessado ser o responsável pela colocação de um artefato explosivo em um caminhão-tanque carregado com combustível.

O veículo foi deixado nos arredores do Aeroporto Internacional de Brasília. Com o atentado, que acabou não se concretizando, o suspeito pretendia forçar a instituição de um estado de sítio no país. No sábado, o Esquadrão de Bombas da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) foi acionado, após uma denúncia, e desativou o explosivo, por volta de 13h20.

Segundo o diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal (PC-DF), Robson Cândido, o acusado queria “chamar atenção para o movimento a favor do atual presidente, Jair Bolsonaro, que eles estão empenhados no QG", afirmou.



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