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Política

Ciro Nogueira defende aprovação da PEC da Transição, mas somente com Auxílio Brasil e reajuste do mínimo

13 de Novembro de 2022 | 15h 12
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Ciro Nogueira defende aprovação da PEC da Transição, mas somente com Auxílio Brasil e reajuste do mínimo
Foto: Marcos Corrêa/PR/Flickr

Ministro da Casa Civil do atual governo, Ciro Nogueira defendeu, neste domingo (13), apoio limitado à PEC da Transição. No seu entendimento, apenas os pontos comuns prometidos tanto por Jair Bolsonaro quanto por Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha eleitoral devem ser aprovados, ou seja, os R$ 600 do Auxílio Brasil, destinado à população economicamente vulnerável, e o aumento real do salário mínimo em 2023. “A PEC da Transição, como o próprio nome diz, é para a TRANSIÇÃO”, escreveu, em mensagem destinada a políticos e jornalistas de sua lista de contatos.

Conforme a CNN Brasil, Ciro Nogueira enfatizou que outras propostas da agenda do presidente eleito devem ficar de fora, devendo ser levados ao novo Congresso Nacional, que se formará a partir do ano que vem, com a posse dos novos deputados federais e senadores eleitos. Dentre elas, estão: a correção da tabela do imposto de renda e o pagamento extra de R$ 150 para famílias com crianças.

Para o aliado de Bolsonaro, esses pontos precisam, primeiro, ser “conhecidos, assim como sua política econômica. E, depois, discutidos com a legitimidade do novo Congresso”. Nogueira salientou que os atuais parlamentares podem se manifestar livremente. No entanto, informou que vai defender o seu direcionamento junto ao seu partido, o Progressistas (PP). “O posicionamento que defenderei no Progressistas é o de aprovar uma PEC, sim, mas para a transição, para garantir estabilidade para o primeiro ano do governo”, frisou.

Ainda segundo a CNN, o chefe da Casa Civil explicou que Congresso atual não pode cassar a prerrogativa do novo, “que chega legitimado pelo povo nas urnas e ainda nem assumiu”. Ele observou, ainda, que os atuais parlamentares não podem “chancelar decisões dos próximos quatro anos no apagar das luzes” e que “a vontade popular tem de ser respeitada”.



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