O chefe da escolta dos presos da Lava-Jato de Curitiba, Jorge Chastalo, pode escrever um livro para falar da convivência com o ex-presidente Lula na sede da Superintendência da Polícia Federal.
O líder petista ficou preso na PF por 580 dias e acabou se aproximando de Chastalo, responsável por controlar a entrada e saída de advogados, políticos e familiares de Lula.
A sugestão de escrever um livro foi dada ao agente da Polícia Federal pelo escritor cubano Leonardo Padura, autor do best-seller “O homem que amava os cachorros”, que visitou Lula em agosto.
“Ele (Padura) disse que eu tinha obrigação de escrever e que era uma testemunha da história. Para ele, isso se sobrepõe a qualquer outra questão”, disse Chastalo., em entrevista à revista Época
O agente ainda não analisou eventuais impactos legais da publicação nem conversou sobre o assunto com o próprio Lula.
FONTE: Bahia.ba