Está sendo descumprido, pelo empresário Elias Tergilene, um acordo que reduziria a taxa de condomínio do Centro Comercial Popular (Shopping Popular) de R$ 40,00 para R$ 28,00, denunciou na Câmara, esta terça-feira (03), o vereador Luiz da Feira (PROS).
Em pronunciamento na Tribuna da Casa, ele disse que os boletos com o valor acima do acordado foram emitidos e estão sendo repassados aos pequenos comerciantes pelo dirigente do equipamento, construído em Parceria Público-Privada da Prefeitura com um consórcio empresarial. Luiz da Feira diz que espera por providências do Poder Executivo, em defesa do interesse coletivo.
O vereador também apresentou um outro problema "que tem atormentado" os vendedores ambulantes que não podem mais instalar o seu comércio no centro da cidade. Os que não assinaram o contrato até o dia 15 de setembro perderam a carência de oito meses e terão de seguir, pelas regras originais do contrato, período de apenas três meses. Ocorre que, argumenta, muitos camelôs recém-transferidos ainda lidam com a queda na movimentação dos clientes e, consequentemente, das vendas de suas mercadorias. "Ele acha e se comporta como o dono do empreendimento", reage.