Tribuna Feirense

  • Facebook
  • Twiiter
  • (75) 9707-1234
  • Feira de Santana, quarta, 17 de junho de 2026

Saúde

Zika é detectado em esperma de italiano 6 meses após infecção

12 de Agosto de 2016 | 10h 33
Zika é detectado em esperma de italiano 6 meses após infecção
Imagem de micrografia eletrônica de transmissão colorida digitalmente mostra o vírus da zika; na imagem colorida digitalmente, o vírus é representado pelos pontos vermelhos (Foto: CDC/Cynthia Goldsmith)

O vírus da zika foi detectado no esperma de um italiano seis meses depois dos primeiros sintomas da infecção, o que duplica o tempo máximo de duração registrado até o momento, segundo um estudo do instituto Spallanzani em Roma.

Este homem de 30 anos havia registrado febre e erupções ao longo de cinco duas durante uma viagem ao Haiti em janeiro, informa este estabelecimento, cujo estudo foi publicado na quinta-feira pela Eurosurveillance, revista europeia de epidemiologia.

O instituto Spallanzani, especializado em doenças infecciosas, analisou uma série de amostras do paciente já em bom estado de saúde.

A análise detectou que, 91 dias depois dos primeiros sintomas, o vírus seguia presente na urina, na saliva e no esperma. No 134º dia, apenas o esperma ainda apresentava resultado positivo.

No 188º dia, ou seja, seis meses depois dos primeiros sintomas, "a amostra de esperma seguia dando positivo", anunciou o instituto, ressaltando que o jovem não sofria de nenhuma doença crônica ou deficiência imunitária.

Uso de preservativo
Durante todo este período, o paciente utilizou preservativos nas relações sexuais com sua esposa que, por sua vez, deu negativo para zika.

O vírus é particularmente perigoso para as mulheres grávidas, já que pode causar danos permanentes ao feto em desenvolvimento, incluindo a microcefalia, uma malformação congênita na qual o bebê nasce com o crânio e o cérebro menores que a média.

O instituto Spallanzani, especializado em doenças infecciosas, analisou uma série de amostras do paciente já em bom estado de saúde.

A análise detectou que, 91 dias depois dos primeiros sintomas, o vírus seguia presente na urina, na saliva e no esperma. No 134º dia, apenas o esperma ainda apresentava resultado positivo.

No 188º dia, ou seja, seis meses depois dos primeiros sintomas, "a amostra de esperma seguia dando positivo", anunciou o instituto, ressaltando que o jovem não sofria de nenhuma doença crônica ou deficiência imunitária.

Uso de preservativo
Durante todo este período, o paciente utilizou preservativos nas relações sexuais com sua esposa que, por sua vez, deu negativo para zika.

O vírus é particularmente perigoso para as mulheres grávidas, já que pode causar danos permanentes ao feto em desenvolvimento, incluindo a microcefalia, uma malformação congênita na qual o bebê nasce com o crânio e o cérebro menores que a média.

FONTE: Da France Presse



Saúde LEIA TAMBÉM

Charge da Semana

charge

As mais lidas hoje