A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai receber R$10,4 milhões do Ministério da Saúde para desenvolver estudos de combate ao mosquito Aedes aegypti. Do valor, R$4,4 milhões vão para o desenvolvimento de uma vacina contra o zika vírus. O restante será destinado à pesquisas de zika e microcefalia, que vão ser realizadas pela Fiocruz e o National Health, agência de saúde do governo dos EUA.
A Fiocruz está à frente de algumas pesquisas sobre o tema como a de mosquitos modificados em laboratório com a bactéria wolbachia que impede a proliferação do mosquito de maneira sustentável.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje que uma vacina contra o vírus Zika pode chegar "tarde demais" para ter um impacto real na atual epidemia na América Latina. No mês passado a diretora-geral da OMS, Margaret Chanel, esteve na Fiocruz para acompanhar as ações desenvolvidas pela instituição. Na época, o presidente da fundação informou que a entidade poderia criar uma vacina em cinco anos.