A cidade de Feira de Santana registra uma movimentação mensal de aproximadamente R$ 3,4 bilhões em transações realizadas via Pix. Os dados são do levantamento NexOS, que também aponta a realização de mais de 20 milhões de operações mensais no município.
A análise indica que o avanço do Pix acompanha o ritmo da economia local, marcada pelo forte dinamismo comercial. Classificada como uma região de “riqueza estável”, Feira apresenta crédito per capita de R$ 12,6 mil, o que contribui diretamente para o fortalecimento dos setores de comércio, serviços e atividades informais.
O alto volume de transações digitais está diretamente ligado à intensa atividade comercial da cidade, que atende não apenas a população local, mas também consumidores da zona rural e de municípios vizinhos. Entre os principais segmentos movimentados estão vestuário, calçados, eletrodomésticos e o comércio atacadista.
Além do varejo, áreas como educação superior e serviços de saúde também ampliam a circulação de recursos, consolidando Feira de Santana como um dos principais polos econômicos do interior da Bahia. O uso do Pix se destaca ainda na economia informal, sendo amplamente adotado por profissionais como ambulantes, motoboys, barbeiros e pequenos revendedores, devido à praticidade e agilidade nas transações.
Segundo o NexOS, o volume financeiro mensal reforça a posição estratégica do município como centro de convergência econômica regional, atraindo consumidores e usuários de diferentes localidades.
O estudo também define Feira de Santana como uma “encruzilhada econômica” do sertão baiano, com atuação relevante nos setores de comércio, serviços e economia informal. O levantamento destaca ainda a força do ecossistema de comunicação local, com veículos digitais de grande alcance consolidando a circulação de informação na cidade.
Com informações do Acorda Cidade.