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Feira de Santana

'O Estado pensa em fazer em outro local', diz diretor da Agerba, sobre futuro da Rodoviária de Feira

Valdomiro Silva - 15 de Janeiro de 2026 | 13h 55
'O Estado pensa em fazer em outro local', diz diretor da Agerba, sobre futuro da Rodoviária de Feira

"O Estado pensa em fazer em um outro local, como vocês tem observado". A declaração, do diretor executivo da Agencia Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicação da Bahia (Agerba), Carlos Henrique Martins, revela nas entrelinhas que o Governo da Bahia ainda não bateu o martelo quanto ao futuro da Estação Rodoviária de Feira de Santana. 

A entrevista coletiva a um grupo de jornalistas feirenses aconteceu este início de semana em Salvador. Comunicadores locais foram convidados pelo governador Jerônimo Rodrigues a conhecer a nova rodoviária da capital.

Especula-se em Feira que a tendência é manter o equipamento onde está, no centro da cidade, em frente à Avenida Presidente Dutra. "A priori seria no mesmo local com devidas adequações", observa o diretor do órgão estadual. No entanto, ele diz que "não está descartada essa possibilidade", ao se referir à ideia de uma nova construção, em outro lugar.

"Feira precisa de um novo equipamento, não do porte do de Salvador, mas mais ou menos parecido, para que atenda a toda a região", avalia, aparentemente reforçando a ideia de construção de um novo terminal e desativação do atual.

 

LICITAÇÃO NO PRIMEIRO SEMESTRE

Independentemente dessa definição, ele informa que a licitação da obra está próxima de acontecer: "Estamos finalizando os estudos. Acreditamos que ainda neste primeiro semestre de 2026 conseguimos publicar o edital. Vamos licitar para o local onde se encontra, salvo melhor alternativa do Governo, se quiser mudar para outra localidade".

Seja no mesmo lugar ou transferido para outra região da cidade, a rodoviária de Feira de Santana deverá receber melhorias "impactantes". A mais importante delas, registra o diretor, solucionaria o problema do ônibus de dois andares (double-decker), que tem dificuldade de acessar as áreas de embarque e desembarque de passageiros. 

Assinala que a ideia, no projeto, é que se faça alterações estruturais para que esses veículos consigam acessar a plataforma: "Vai precisar aumentar (a plataforma). A engenharia está trabalhando para ver qual melhor forma possível porque sabe que o equipamento está em uma área compacta".



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