As áreas de risco para alagamentos e inundações, em Feira de
Santana, foram mapeadas e fazem parte de um estudo sobre manejo de águas
pluviais, produzido pela Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia
(Ufba). O documento também aponta as soluções que deverão ser realizadas pelo
Município.
No entanto, para executar as obras, a Prefeitura depende da
Câmara Municipal. Isto porque é necessário que o Legislativo autorize um empréstimo na ordem
de R$ 246 milhões.
O secretário municipal de Planejamento, Carlos Brito, diz
que o estudo envolve as bacias do Pojuca, Subaé e Jacuípe, levando
soluções para bairros como Baraúnas, Gabriela, Mangabeira e Feira X. “Se o
Município não implementar as propostas previstas no projeto, os moradores
dessas áreas de risco terão dificuldades durante a vida toda. São problemas
graves, que afetam a segurança e provocam a perda de bens materiais”, destaca.
O titular da pasta ressalta, ainda, que a construção de
canais de redes de drenagem é a solução para enfrentar os períodos chuvosos,
evitando, assim, problemas para a população. “Esse é um estudo consistente para
resolver um problema de mais de 70 anos”, avalia Brito.