“Ele é uma figura muito doce” — Michel Temer, ex-presidente preso por corrupção, sobre Daniel Vorcaro, o master corruptor. Quem nunca comeu mel, quando come se lambuza.
“No início do evento, fui assolapada por uma oração evangélica. Houve um chamado a Deus, e isto é inconstitucional” — Elayne Rodrigues, procuradora do MP, assolapada em um surto de ignorância, intolerância e desequilíbrio emocional.
“A chamada direita democrática desapareceu. Existe só a esquerda democrática do PT e do Lula” — Tony Bellotto, mostrando que continua mantendo uma cabeça de dinossauro.
“Encerrada nossa participação na Copa de 2026, fica a gratidão” — ministro Gilmar Mendes (STF-MT). Como todo brasileiro sabe, o Gilmar já lançou sua toga sobre a CBF, e onde ele bota a toga tudo apodrece.
“Eu perguntei: 'Prefeito, o senhor tem terreno? Caso os terrenos do Governo do Estado tenham disponibilidade, podemos usar o terreno ou desapropriar um'. Depois perguntei: 'O dinheiro, o senhor tem todo? Posso ajudar de alguma forma, com um percentual do investimento para construir esse hospital municipal? E depois com equipamentos, depois contratualizar serviços'. Então, a gente não fica jogando uma hora de uma forma e outra hora de outra" — Jerônimo Rodrigues, respondendo ao prefeito José Ronaldo, que cobrou o fim da “fila da regulação”.
“Nós precisamos acabar com essa história de que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles” — Lula, cada vez mais refinado, mostrando o dedo em um evento público. Tirem as crianças da sala.
“Ele dá o dedo e consegue ser carismático. É impressionante! Não é para puxar o saco, mas é verdade” — Guga Noblat, blogueiro, puxando o saco e adjacências de Lula.
“Mulheres votam muito mal — especialmente as solteiras, já que as casadas teriam a tendência de acompanhar os votos dos maridos” — Paulo Figueiredo, neto do general Figueiredo, aquele que preferia cheiro de cavalo, explicando por que o avô gostaria do cheiro dele.