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  • Feira de Santana, segunda, 08 de agosto de 2022

Segurança

Acusado de matar ex-comandante da Guarda Municipal de FSA é condenado a 26 anos, mas está foragido

05 de Agosto de 2022 | 12h 53
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Marcus Vinícius dos Santos foi morto em serviço, em 2014

Acusado de matar ex-comandante da Guarda Municipal de FSA é condenado a 26 anos, mas está foragido
Foto: Reprodução/TV Subaé

Um dos acusados de matar Marcos Vinícius Alves dos Santos, ex-comandante da Guarda Municipal de Feira de Santana, foi julgado e condenado a 26 anos de prisão, nesta quinta-feira (4). No entanto, Reginaldo Pereira não compareceu ao júri, que foi realizado no Fórum Desembargador Filinto Bastos, sendo considerado foragido da Justiça.

De acordo com o g1 BA, não ha informações se o homem respondia ao processo em liberdade ou se já era fugitivo antes do julgamento. O crime aconteceu em maio de 2014 e, conforme os autos, a motivação teria sido o comportamento do agente durante a micareta daquele ano, que teria agido com truculência e sido esnobe.

Marcus Vinícius dos Santos foi morto em serviço. Ele estava na companhia de dois colegas, no Parque Municipal Erivaldo Cerqueira, mais conhecido como Parque da Lagoa, situado no bairro Baraúnas.

Na ocasião, a Polícia Civil informou que dois homens, que chegaram ao local em uma motocicleta, pediram água aos guardas. Ao dar as costas aos suspeitos, Marcos foi alvejado. A dupla fugiu, levando a arma do agente. Familiares disseram que a vítima tinha sido ameaçada e que, mesmo assim, seguia trabalhando em um local aberto.

Segundo o g1, os suspeitos foram apresentados pela polícia no dia 17 de agosto de 2015. O inquérito apontava Reginaldo Pereira como autor dos disparos. A essa altura, ele já estava cumprindo pena, no Presídio Regional de Feira de Santana, pelo sequestro de um comerciante de São Gonçalo dos Campos. O crime aconteu dois meses depois do assassinato de Marcos Vinícius.

O comparsa de Reginaldo foi identificado como Júlio Oliveira Ribeiro, conhecido como Juninho Cabeça. Ele era suspeito de dirigir a motocicleta usada no momento do homicídio. Júlio Oliveira tinha passagens pela polícia por assalto à mão armada. Ele negou a participação no crime. Em 3 de março de 2020, acabou executado na localidade de Alto da Cabrita, situada no conjunto Viveiros, também em Feira de Santana.



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