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Economia

Caixa Econômica inicia pagamento do Auxílio Brasil

17 de Novembro de 2021 | 08h 39
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Caixa Econômica inicia pagamento do Auxílio Brasil
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal (CEF) começa a pagar, nesta quarta-feira (17) a primeira parcela do Auxílio Brasil a cerca de 14,5 milhões de famílias. De acordo com a Agência Brasil, as datas seguirão o mesmo modelo do Bolsa Família, que pagava os beneficiários nos dez últimos dias úteis do mês, com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS).

Com valor médio de R$ 217,18, este mês, a parcela de novembro começará a ser paga aos beneficiários que possuem NIS com final 1. O pagamento terminará no dia 30, para os beneficiários que têm NIS com final 0. Assim como no Bolsa Família e no Auxílio Emergencial, o pagamento será feito pela CEF. O governo trabalha para que o programa chegue a 17 milhões de famílias, nos próximos meses.

Quem já recebia o Bolsa Família não precisará ir aos centros de Referência de Assistência Social (Cras) para refazer o cadastro. O Auxílio Brasil usará a mesma base de dados do antigo programa social. Apenas precisa procurar o Cras o usuário que necessita atualizar informações, como mudanças na família e na documentação do responsável familiar há menos de dois anos.

Conforme a Agência Brasil, o beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: o novo Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

O Auxílio Brasil terá três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados, caso o beneficiário arranje um emprego ou tenha um filho que se destaque em competições esportivas ou em competições científicas e acadêmicas.

Podem receber o Auxílio Brasil as famílias com renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e aquelas com renda per capita de até R$ 200, consideradas em condição de pobreza. No Bolsa Família, os valores das linhas de extrema pobreza e pobreza eram, respectivamente, de R$ 89 e de R$ 178 por pessoa.



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