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Brasil

Com pandemia e alta do dólar, mais de 50 mil penam em fila de cirurgia cardíaca no SUS

24 de Outubro de 2021 | 13h 38
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Com pandemia e alta do dólar, mais de 50 mil penam em fila de cirurgia cardíaca no SUS
Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Cerca de 50 mil pessoas estão aguardando na fila por cirurgias cardíacas, sem perspectiva de atendimento. É o que aponta a Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV).

A pandemia de Covid-19 e a alta do dólar impulsionaram a trava desse tipo de procedimento no SUS (Sistema Único de Saúde). O problema da escassez de recursos para procedimentos eletivos é crônico, mas agora piorou.

Segundo a Folha de S.Paulo, entidades médicas e gestores de hospitais relatam que estão suspendendo operações por não conseguirem comprar insumos como válvulas, cânulas e oxigenadores.

Com a disparada da moeda americana, insumos ficaram mais caros, alcançando valores muito acima do que o governo federal repassa aos hospitais.

Por conta disso, há estados com cirurgias paradas, como Goiás. Outros decidiram destinar recursos próprios para conseguir manter a realização dos procedimentos.

A situação é mais crítica nas cirurgias cardiovasculares com circulação extracorpórea. São cirurgias cardíacas de alta complexidade em que o médico precisa abrir o peito do paciente.

Em 2020, foram realizadas 31.931 cirurgias desse tipo, 22,9% a menos que em 2019, segundo dados do Ministério da Saúde organizados pela SBCCV.

Em resposta à Folha, o Ministério da Saúde disse que cabe aos estados e municípios gerenciarem as listas de espera. Informou ainda que faz estudos para avaliar possível reajuste nos valores repassados para esses procedimentos.

Eduardo Rocha, presidente da SBCCV, diz que essa fila foi criada por dois motivos. O primeiro é a pandemia que fez represar cirurgias de alta com

FONTE: Bahia.ba



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