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Saúde

Tratamento a laser beneficia mulheres que passaram por cirurgia de câncer de mama, em Feira de Santana

15 de Outubro de 2021 | 12h 32
Tratamento a laser beneficia mulheres que passaram por cirurgia de câncer de mama, em Feira de Santana
Foto: Divulgação

Pensando nos benefícios que o tratamento a laser pode proporcionar às mulheres que já passaram por cirurgias decorrentes do câncer de mama ou que estão lutando contra a doença, a Prefeitura Municipal de Feira de Santana, através da Fundação Hospitalar, realiza, a partir desta sexta-feira (15), no Centro Municipal de Prevenção ao Câncer Romilda Maltês (CMPC), atendimento com especialistas.

De acordo com a diretora presidente entidade, Gilberte Lucas, a laserterapia é um tratamento não invasivo, realizado através de aparelho que irradia luz terapêutica, que pode trazer inúmeros benefícios às pacientes. "É um tratamento inovador. Em Feira de Santana, somos a única unidade pública que dispõe deste serviço", frisou.

A gestora ressalta que a Fundação Hospitalar já oferece, no ambulatório do Hospital Inácia Pinto dos Santos (HIPS), mais conhecido como Hospital da Mulher, alguns outros serviços considerados de ponta, como a fisioterapia pélvica, para tratamento de disfunções do assoalho pélvico; e a fotobiomodulação, laser de baixa intensidade destinado ao tratamento de fissura vaginal, hemorroidas, fissura anal e complicações da amamentação.

Para Gilberte Lucas, "a laserterapia vem agregar às especialidades já oferecidas no ambulatório do Hospital da Mulher, ajudando a melhorar a autoestima das mulheres que já enfrentam inúmeras dificuldades provenientes do tratamento de câncer".

A especialista em laserterapia, Anne Caroline Portugal, ressalta que o tratamento é totalmente indolor. "Essa terapia contribui na melhoria da saúde dos pacientes, tendo comprovação científica para atuar na prevenção e tratamento dos riscos de descontinuidade do ciclo quimioterápico, reduzindo as altas taxas de internações e mortalidade. Além de proporcionar qualidade de vida, controla a dor oncológica, por ser um tratamento não farmacológico", explica.

A técnica pode ser aplicada de duas maneiras: sistêmica - posiciona-se uma pulseira em uma artéria onde a luz penetra na corrente sanguínea, levando energia para a célula se regenerar, gerando o benefício - e local - neste caso, o resultado é mais direcionado à lesão.

A especialista acrescenta que, em alguns casos, há contraindicações. Por isso, para realizá-lo, é preciso passar por avaliação. Segundo ela, só a indicação médica pode determinar o tratamento adequado.



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