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Câmara Municipal

Falta de posto de saúde e via perigosa são problemas enfrentados por moradores do Alto do Rosário, diz vereador

16 de Junho de 2021 | 11h 36
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Falta de posto de saúde e via perigosa são problemas enfrentados por moradores do Alto do Rosário, diz vereador
Foto: Ascom/Câmara Municipal

Sem postos de saúde nas proximidades e com uma via de acesso considerada perigosa para pedestres, moradores do condomínio Alto do Rosário, em Feira de Santana, estariam "sofrendo" com a "destruição" dos residenciais do Minha Casa, Minha Vida. Quem denuncia é o vereador Silvio Dias, do Partido dos Trabalhadores (PT).

Na sessão ordinária desta terça-feira (15), o parlamentar criticou a falta de investimentos do Executivo Municipal na implantação de equipamentos públicos e na infraestrutura das regiões próximas aos condomínios do programa.

Ele disse, ainda, que a situação do Alto do Rosário oferece alto risco aos moradores, sobretudo, na travessia da via de acesso. "Quando o pedestre está andando pela via e passa um carro, ele tem que se escorar, para não ser atropelado", destacou o edil.

O Edvaldo Lima (MDB) endossou a observação do colega. Ele salientou que encaminhou "várias indicações e ofícios" solicitando providências para o problema, mas que não houve solução.

Silvio Dias acrescentou que, para ter atendimento médico, a comunidade do local precisa se deslocar até o posto de saúde do bairro Santo Antônio dos Prazeres, devido à falta de uma unidade mais próxima.

O parlamentar afirmou que o "abandono deliberado" sofrido pelos moradores do Minha Casa, Minha Vida é "parte do plano" do Governo Municipal para "destruir a imagem desse projeto tão bonito, criado pelo ex-presidente Lula e ampliado no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, que tanto benefício trouxe à população pobre".

Dias também criticou quem fala mal do programa. "Quando ouvimos parte da elite falando mal do Minha Casa, Minha Vida é porque não conhece a realidade da pobreza no Brasil, na Bahia e, em especial, na nossa cidade. Não sabe o que é morar dormindo em papelão, sem ter um teto para criar seus filhos e netos", lembrou.



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