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Economia

Auxílio pode continuar a depender do ritmo da vacinação, diz Guedes

27 de Maio de 2021 | 16h 56
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Auxílio pode continuar a depender do ritmo da vacinação, diz Guedes
Foto: Washington Costa/ Ministério da Economia

A possibilidade de o auxílio emergencial ser prolongado foi admitida nesta quinta-feira (27) pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A edição atual se encerra em julho. Antes contrário a ideia, o titular do cofre do governo federal afirmou que a medida pode ser adotada caso a pandemia volte a se agravar - em uma possível terceira onda - ou a vacinação não atinja a maior parte da população.
"Se Deus quiser, teremos dias melhores à frente e vamos celebrar também o fim dessa doença, mas o auxílio emergencial é uma arma que nós temos e pode, sim, ser renovado", declarou Guedes, durante o encontro Diálogos com a Indústria, realizado em um hotel de Brasília pela Coalizão Indústria, que reúne 15 entidades. O ministro ressaltou que a expectatica trabalhada pelo governo é de que não haja necessidade da renovação do benefício.

O gestor projeta para julho a imunização de 60% a 70% da população brasileira e " 100% da população idosa vacinada, onde está a maior parte da incidência de óbitos". Segundo o ministro, o cálculo da primeira fase do auxílio tinha sido feito com base em expectativas do Ministério da Saúde no começo da pandemia, no primeiro semestre de 2020.
Guedes avalia que, embora o programa anterior para a liberação do auxílio emergencial tivesse prazo para terminar em 31 de dezembro de 2020, algumas parcelas ainda seriam pagas nos dois primeiros meses deste ano. "A economia ainda estava relativamente protegida por dois meses. Dois meses e meio depois, então, entraram os nossos programas de novo."

Hackers

A apresentação do titular da Economia foi interrompida por um ataque de hackers. Guedes não teve problemas para continuar sua fala pois participava presencialmente do evento. Os organizadores do Diálogo com a Indústria confirmaram o imprevisto, relatando em nota que "houve, por alguns minutos, a interferência de terceiros que usavam nomes de jornalistas credenciados, com áudios e imagens externos. Os perfis foram excluídos rapidamente". Com informações da Agência Brasil

FONTE: Bahia.ba



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