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Bahia

Prefeito de Salvador dispensa compra da CoronaVac com verba municipal e diz que pedirá prioridade, à União, para recebimento do imunizante

09 de Janeiro de 2021 | 16h 44
Prefeito de Salvador dispensa compra da CoronaVac com verba municipal e diz que pedirá prioridade, à União, para recebimento do imunizante
Foto: Reprodução

O prefeito de Salvador, Bruno Reis, disse, nesta sexta-feira (8), que dispensa a aquisição de doses da CoronaVac com recursos municipais, em função da assinatura de um contrato, entre o Governo Federal e o Instituto Butantan, para o fornecimento de 100 milhões de doses do imunizante contra a Covid-19.

Conforme o G1, o gestor também anunciou que vai solicitar prioridade no recebimento da vacina, mas que não deixará de seguir conversando com outros laboratórios. Na declaração, dada um dia após a divulgação da eficácia mínima de 78% da CoronaVac no Brasil, Bruno Reis salientou que a prefeitura aguarda a distribuição das doses, pela União, para dar início à estratégia de imunização na capital baiana.

De acordo com o prefeito, diz o site, Salvador já possui o diferencial de ter elaborado um plano de imunização próprio, a ser apresentado nos próximos dias. Bruno Reis disse ainda que irá a Brasília, na próxima semana, a fim de dar entrada no pedido de prioridade de vacinação, junto ao Ministério da Saúde.

“Não tenha dúvidas que ter um plano de imunização e estar preparada para fazer a vacinação é o diferencial que talvez até outras cidades não tenham. Então nós vamos apresentar isso ao governo federal, pedindo prioridade para receber essas vacinas da CoronaVac e continuamos com entendimentos com outros laboratórios”, destacou.

Ainda segundo o G1, a prefeitura de Salvador informou que a meta é garantir 340 mil doses, no início da vacinação. A ideia é imunizar, na primeira etapa, os profissionais de saúde e idosos acima de 60 anos.

Em relação aos insumos médicos necessários para dar início à campanha, o prefeito enfatizou que a capital baiana tem 600 mil seringas e agulhas, em seu estoque, além de freezers para armazenar os imunizantes.

“Vamos ver quantas doses o governo federal disponibilizará, na largada da CoronaVac. Ontem, fiz contato com o governador de São Paulo, João Dória. Já existem 11 milhões de vacinas produzidas e até março serão 43 milhões. Sabemos que há uma hierarquização. Essas doses vão para os estados, para, então, serem distribuídas nos municípios”, observou.

Quanto ao andamento das negociações com outras farmacêuticas, Bruno Reis salientou que, ontem, a Janssen, empresa do grupo Johnson & Johnson, fechou convênio com o Governo Federal. E que, “após isso, a empresa poderá iniciar acordo para o fornecimento em Salvador”.

Na Bahia, segundo o G1, as prefeituras de Amargosa, Itaberaba e Salinas da Margarida seguem em negociação com o Instituto Butantan, para adquirir o imunizante desenvolvido entre o órgão e o laboratório chinês Sinovac.



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