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Esporte

Justiça italiana condena Robinho, em 2ª instância, a nove anos de prisão; jogador é acusado de estupro coletivo

10 de Dezembro de 2020 | 14h 41
Justiça italiana condena Robinho, em 2ª instância, a nove anos de prisão; jogador é acusado de estupro coletivo
Foto: Twitter/Reprodução

A Justiça italiana condenou o atacante brasileiro Robinho, em segunda instância, por estupro coletivo, a nove anos de prisão. O Tribunal de Apelo de Milão ratificou a decisão tomada em primeira instância. O jogador de futebol foi acusado de cometer o crime em 2013, quando atuava no Milan.

De acordo com o portal Terra, assim como em 2017, quando recebeu a primeira sentença condenatória, Robinho não compareceu à audiência, realizada, nesta quinta-feira (10), ao meio-dia (8 horas no horário de Brasília), em Milão. Segundo a legislação italiana, a presença do jogador não era obrigatória.

Robinho e o amigo Ricardo Falco, que também responde judicialmente pela mesma acusação, devem recorrer da decisão. Segundo o Terra, se isto se confirmar, o caso será encaminhado ao terceiro e último grau de apelação.

Se houver recurso à instância final, o processo pode levar mais três anos para ser concluído. Nesse caso, os réus seguirão respondendo em liberdade até a sentença transitar em julgado, isto é, até que se esgotem as fases de apelação e a Corte de Cassação italiana, grau que equivale ao Supremo Tribunal Federal (STF), no Brasil, decida se são culpados ou inocentes.

Isto ocorre porque a Justiça da Itália, assim como a brasileira, garante a presunção de inocência até a conclusão do processo. Desse modo, a pena definitiva só é aplicada após a condenação em terceiro grau.

REPERCUSSÃO NEGATIVA – O caso de estupro do qual Robinho é acusado teve imensa repercussão negativa. De acordo com o Terra, isso fez com que o jogador perdesse a contratação do Santos, em outubro. Ele chegou a ser anunciado, como reforço, pelo clube, com vínculo de cinco meses e salário de R$ 1,5 mi, além de bônus de R$ 300 mil, conforme o número de jogos disputados. A divulgação de conversas do jogador sobre o caso, no entanto, repercutiu mal e, após pressão dos patrocinadores, o clube optou por cancelar o contrato.


 



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