Evento marca a
segunda edição dos ensaios de verão da banda no Largo Pedro Archanjo e terá
repertório especial com canções novas e clássicos da música baiana
Depois de lançar as novas músicas de trabalho, Gira Mundo e Naná (Vire a Página), no show do último dia 7 de janeiro, a banda Motumbá, segue suas apresentações de
verão no Largo Pedro Archanjo, Pelourinho, nesta sexta (4.2), a partir das 19h
com entrada gratuita, respeitando a capacidade e todas as exigências sanitárias definidas por decreto público. A
convidada especial desta vez será a cantora Sarajane.
Para esta segunda edição do ensaio de verão,
Alexandre Guedes, líder da Motumbá, preparou repertório que inclui as duas
novas faixas recém lançadas e clássicos da música nacional. “A ideia é misturar. Vou trazer a forte
influência que tenho do samba de roda, o famoso Bororó, e as músicas novas que
são muito especiais para mim e que nasceram durante nosso isolamento”,
contou Guedes. A convidada especial da
noite será a precursora do axé music, Sarajane. “Está no palco é maravilhoso, com a Motumbá então, é mais que especial.
Vai ser um grande prazer trazer e receber a energia do público. Importante se
vacinar para que a gente volte aos palcos livres. Vacina já!”, disse a
cantora.
A canção Gira Mundo, ganhou clipe inspirado na
estética gamer, com produção de Rebunny Studio, com roteiro de Nilton Pedrett e
idealização do próprio Guedes. A animação retrata o vocalista da Motumbá como
um guerreiro, e tem o mudra - marca da Motumbá - como um portal. Assista: https://youtu.be/uuwxX0u2wzE
"No
clipe buscamos fazer uma nova leitura da Motumbá, que é animação em desenhos,
já que temos uma afinidade muito grande com as crianças. Então apostamos no
formato gamer, representando a cultura africana e brasileira, trazendo a
mensagem de união e alegria que a música Gira Mundo pretende passar",
disse Alexandre.
O show do dia 4 de fevereiro, trará de volta o “Motumbalé”, que promete enfeitar e
encher o palco de beleza com coreografias que remontam às letras significativas
do grupo. O
evento é uma realização da Mafuá Produções e Governo do Estado da Bahia através
da Bahiatursa.
Serviço:
O que: Show da banda Motumbá e Convidados
Onde: Praça Pedro Archanjo, Pelourinho
Quando: 4 de fevereiro de 2022
Horário: 19h
Valor: Grátis - 1kg de alimento não perecível ou lata
de leite (opcional)
Realização: Mafuá Produções Artística
Apoio: Governo do Estado da Bahia / Bahiatursa
Fotos: Rafael
Rodrigues / divulgação
Ficha técnica do
Clipe “Gira Mundo”
Alan Porfirio - Artista 3D
Beatriz Ramos - Analista de Projetos
Davi Rocha - Editor de vídeo
Flavia Figueredo - Analista de Projetos
João Paulo Cavalcanti - Artista 3D
Lilian Miranda - Game Designer
Paulo Marcelo Pereira - Artista 3D
Nilton Pedrett - Roteirista
Motumbá
Alexandre Guedes - Idealizador
Tauã Guedes - Consultor de design e animação
Allan Nunes - Consultor de design e animação
Jeane Cordeiro - Produção Executiva
SOBRE MOTUMBÁ
A banda liderada pelo cantor, compositor e
instrumentista Alexandre Guedes, 52, (passagem pela Timbalada e Baianada)
nasceu em 2004 e logo caiu no gosto do público com o hit Bororó. Com inspiração
na percussão de matriz africana e nos sambas de raiz e no merengue, ritmos que
acompanham Alexandre desde a infância no bairro do Candeal, foi concebida a
identidade sonora da Motumbá: afro-pop-caribenha.
À frente do grupo, Guedes alia a experiência de
uma trajetória artística de mais de 25 anos à energia de quem vivencia a arte
em constante renovação.
“A Motumbá
nasceu com a proposta de criar uma linguagem musical que incorporasse elementos
de nossa cultura. Ao mesmo tempo, queremos transmitir uma mensagem de paz e
boas vibrações”, explica o músico.
A escolha de cada instrumento musical utilizado
pela Motumbá é afinada com a proposta da banda: Atabaques, djembês e klongs
representam a cultura afro-brasileira. As tamburicas, malacachetas e caixas,
tradicionais das escolas de samba, trazem para o universo musical do grupo o
ritmo sonoro brasileiro por excelência.
"Antes
da Motumbá, os afoxés eram os únicos que usavam atabaques nos shows. Trouxemos
esses instrumentos para o palco com uma afinação diferenciada, em que três
músicos tocam de uma só vez. O resultado é um som menos estridente e metálico,
mas com grande força percussiva”, explica Alexandre Guedes.
PRÊMIO
O Troféu Dodô & Osmar, elege anualmente os
melhores do Carnaval baiano, e, em 2007, em sua primeira folia momesca em
Salvador, a Motumbá concorreu nas categorias Melhor Música do Carnaval - com o
sucesso Bororó, além de Banda e
Cantor Revelação. Garantiu o prêmio nas duas últimas.
A ITS Brasil, uma das maiores provedoras de internet do Nordeste, acaba de renovar o contrato de patrocínio com o Esporte Clube Bahia, estendendo o apoio às equipes por mais 2 anos.
Com o apoio ao clube, a empresa baiana terá sua marca exposta no calção dos atletas de todas as divisões - Profissional, Amadora e Feminina -, além do nome na canopla durante as coletivas de imprensa, exibição de vídeo institucional antes de cada replay de gol e no aplicativo Sócio Digital.
Além disso, a ITS Brasil segue garantindo, com sua internet de qualidade, as transmissões de jogos pelo Sócio Digital, plataforma multimídia que oferece vantagens aos torcedores, incluindo planos de internet banda larga com condições especiais.
O coletivo Surdarte lança a primeira edição da Mostra Negra de Arte Surda LGBTQIA+ (Monas+), que ocorre entre os meses de fevereiro e março, com o intuito de estabelecer conexões entre públicos surdos e ouvintes para debater a cultura surda, diversidade e acessibilidade, por meio da arte, com oficinas de dança, poesia e outras ações em Libras (Língua Brasileira de Sinais).
A Monas+ abordará acessibilidade e religiosidade afro-brasileira para tratar da comunidade surda e como ela acessa e exerce a sua ancestralidade em terreiros de candomblé, espaços que ainda encontram dificuldades na comunicação em Libras. As ações da mostra fortalecem a arte e a autonomia de pessoas surdas interseccionando com as questões raciais, de gêneros e sexualidade além de oferecer visibilidade ao protagonismo e discutir o lugar de fala de cada um ao debater conquistas e reivindicações de direitos e pautas na esfera pública e privada.
“Quando vejo a oportunidade de desenvolver esse projeto, lembro da minha trajetória no Teatroescola, onde tive acesso à arte e a possibilidade de discutir acessibilidade como professor de Libras. Nessa época, eu tive contato com a proposta de poesia surda no formato de Slam, por meio do artista paulistano Edinho Poesia. De lá pra cá, fundei o projeto “Mãos Axé”, que incentiva a poesia em nossa comunidade surda, e agora em parceria com outros artistas surdes e ouvintes, criamos o projeto Monas+ com o objetivo de propagar para o maior número de pessoas que tem interesse em um mundo mais acessível e com autonomia para todes”, conta Elinilson Soares, um dos idealizadores do projeto.
Diversas oficinas, entre elas: “Libras Básica”, para pessoas ouvintes de religião de matriz africana; “Poesia Surda”, com foco em surdos e ouvintes fluentes em Libras, e “Vibra Dança”, que propõe ao público surdo uma nova experiência de percepção e entendimento do som por meio da vibração utilizando a dança dos orixás, além de debates sobre estudos em torno da terminologia afro-brasileira e os processos de tradução do Iorubá para a Libras culminarão o mês de fevereiro por meio das plataformas digitais do projeto.
O professor e coordenador do projeto multicampi: Centro de Aprendizagem em Língua Brasileira de Sinais (Calibras), Wermerson Silva, irá ministrar no dia 15 de fevereiro uma palestra aula sobre o “Axé Libras”, projeto de pesquisa coordenado por ele, que estuda as terminologias afro-brasileiras.
“Esta mostra é fruto do compromisso social que o nosso coletivo possui com a comunidade surda, uma parcela significativa da população que tem suas potencialidades desprezadas por uma sociedade capacitista. Daí a importância de reunir diversos públicos para debater a cultura surda, utilizando a arte e a Libras como ferramentas principais”, ressalta Alex Gurunga, um dos idealizadores do projeto.
As produções em vídeo das performances dos participantes, resultantes das oficinas, integrarão a mostra que será apresentada no dia 4 de março, e serão divulgadas no canal do Coletivo Surdarte no YouTube.
Para maiores informações é possível entrar em contato por meio do perfil do coletivo no Instagram (@surdarte). As inscrições podem ser realizadas gratuitamente até o dia 5 de fevereiro por meio do formulário on-line acessível em libras (https://bit.ly/3KMFJd4) e o resultado das inscrições ocorre no dia 6 de fevereiro. Os inscritos terão direito a certificado emitido pelo Teatroescola.
O projeto tem apoio do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura (Prêmio Cultura na Palma da Mão) via Lei Aldir Blanc, redirecionada pela Secretaria Especial da Cultura do Turismo, Governo Federal.
Sobre o Coletivo Sudarte
O Sudarte é um grupo de ativistas de diferentes linguagens, intérpretes, produtores, surdos e ouvintes, que tem como objetivo promover acessibilidade, principalmente da comunidade surda, utilizando as artes e a Libras como ferramenta principal na luta por direitos e por uma sociedade mais igualitária. O coletivo é formado por Elinilson Soares, Alex Gurunga, Herbert Gomes, Lucas Sol, Jamile Keller, Beatriz Lopes, Rose Lopes e Evandro Bispo.
Praça Quincas Berro D’Água recebe show do anfitrião Guedez, que lançará a canção “Caminhando pela City”, além das apresentações de RDD (do Áttooxxà), DAI, Maya, Nêssa e o DJ Éocrosss
Com sonoridade vinda de berço - pai músico e mãe produtora artística - o jovem artista Guedez, 21, é um dos nomes que estão comprometidos a trazer luz à cena do pagotrap, ritmo altamente percussivo que, como o próprio nome sugere, mistura o “pagodão” baiano com o trap, subgênero do rap criado nos Estados Unidos e que ganhou força no Brasil na última década. Atrelado aos seus projetos como artista, Guedez é o idealizador e atração principal da primeira edição do SOTEROPAGOTRAP, evento gratuito que acontecerá no dia 5 de fevereiro, no Largo Quincas Berro D'água, Pelourinho, a partir das 18h.
Envolvido no movimento como beatmaker e produtor musical desde 2018, Guedez se prepara para mostrar sua outra faceta no pagotrap: a voz. A nova fase do artista será marcada pelo lançamento da canção autoral "Caminhando pela City", durante o evento, onde receberá Murilo Chester, como convidado. A programação segue com shows de RDD (do Àttooxxá), DAI, Maya, Nêssa e o DJ Éocrosss que será responsável por abrir o evento e animar os intervalos.
“Sempre tive uma percussão muito forte. Quando toco violão e guitarra eu consigo levar pro instrumento de corda o groove que eu imprimia quando tocava atabaque. Pra mim foi muito importante ter contato com a música percussiva porque o que eu faço hoje tem total influência dela, essa fusão criou minha identidade como artista", disse Guedez.
Apesar de "Caminhando pela City" ser seu primeiro trabalho nos vocais no pagotrap, Guedez possui nove músicas lançadas, que somadas ultrapassam 100 mil execuções nas plataformas, sendo a mais recente "Quando a Saudade Bate", gravada em parceria com YPAZ. Ouça: https://linktr.ee/guedez
O SOTEROPAGOTRAP tem como objetivo reunir nomes da cenas do trap, do pagode e do pagotrap, além de fomentar a cultura e o empreendedorismo em um único espaço. O evento é uma realização da Mafuá Produções e Governo da Bahia através da Bahiatursa.
Serviço:
O que: Soteropagotrap - Show de Guedez
Onde: Praça Quincas Berro D’água, Pelourinho
Quando: 5 de fevereiro 2022
Horário: 18:00
Valor: Evento gratuito (sujeito a lotação do local)
OBS: Grade sujeita a alteração
Música - Caminhando Pela City
Composição: Guedez
Produção Musical: Salamanka e Guedez
Ouça:
Letra:
CAMINHANDO PELA CITY
Olha essa ginga do preto
Semba é África, é gueto
Samba que pulsa no peito
Trap que marca meu jeito
Te vi na esquina visando
Meu Nike Air Force voando
É os preto que tá no comando
É os preto que tá no comando
Referência ta lá, Ziminino
Bahia, trap nordestino
Voando nos cantos, nos ritmos
Sempre carregando meu hino
Mano, eu já te falei
Baiano não fala “meu rei”
Onde 1 come 3
E 7 meninos também
Cultura monopolizada
Só roda com a agulha na bala
Mas o pai não vê bicho com nada
Pai não vê bicho com nada
Graças a minha caminhada
Sempre me esquivando da vala
Eles querem copiar
E fazer da nossa história piada
Vim caminhando pela city
Com vários hits
No pelô, ali
Maitá, várias pics
Caminhando pela city
Com vários hits
No pelô, ali
Maitá, várias pics
Por essa você não esperava
O 6 por 8 quebrando a levada
Fazendo seu corpo se mexer sozinho
E mostrando a essência da nossa cidade
Cria da cidade baixa
Mas com todo respeito a SP
Céu azul igual ao da Bahia
Desculpa, vocês não vão ter
Chega me embolei nessa track
Essas coisas acontecem
Quando toca o sangue ferve
É som da Bahia com trap, muleque
Sente o kick do chefe
No front ela desce
Gruda que nem chiclete
Quando toca o Guedez
Vim caminhando pela city
Com vários hits
No Pelô, ali
Humaitá, várias pics
Caminhando pela city
Com vários hits
No pelô, ali
Humaitá, várias pics
É o som da Bahia com trap, moleque
É o som da Bahia
(3x)
Eu sou da Bahia!
SOBRE GUEDEZ
Filho do cantor e instrumentista Alexandre Guedes, líder da Motumbá, Tauã Guedes - que é guitarrista da banda do pai desde 2016 - começou a ter contato com a música muito cedo. Ainda na infância, aprendeu a tocar violão e atabaque. Na adolescência montou sua primeira banda profissional, a NoBad, que teve uma trajetória relâmpago (2014-2018), mas que conseguiu feitos importantes, como abertura do show do Paralamas do Sucesso na Concha Acústica.
Técnico em produção musical e mixagem e masterização, Guedez aproveitou da sua formação e bagagem para mergulhar no universo da música tecnológica, sendo introduzido ao trap e trabalhando em beats produções e composições para outros as artistas, se aproximando cada vez mais do pagotrap mas sem perder as suas referências.
"Sempre tive uma percussão muito forte. Quando toco violão e guitarra eu consigo levar pro instrumento de corda o groove que eu imprimia quando tocava atabaque. Pra mim foi muito importante ter contato com a música percussiva porque o que eu faço hoje tem total influência dela, essa fusão criou minha identidade como artista", disse Guedez.
Apesar de "Caminhando pela City" ser seu primeiro trabalho nos vocais no pagotrap, Guedez conta com nove músicas lançadas, somando juntas mais de 100 mil execuções nas plataformas, sendo a mais recente "Quando a Saudade Bate", em parceria com YPAZ.
"Inicialmente apresentava minha musicalidade construindo arranjos em cima de canções famosas. Uma releitura que fiz e trouxe muita repercussão foi da música Azul, de Djavan, que fiz uma versão em trap e acabou repercutindo de forma absurda e me fez ser reconhecido no mercado" lembrou Guedez.
Atrelado aos seus projetos como artista, Guedez é o idealizador e atração da primeira edição do SOTEROPAGOTRAP, evento que acontecerá no dia 5 de fevereiro, no Largo Quincas Berro D'água, Pelourinho, com objetivo de reunir nomes da cena do trap baiano e fomentar a cultura e empreendedorismo em um único espaço. O evento é uma realização da Mafuá Produções e Governo da Bahia através da Bahiatursa.
A falência ovariana precoce (FOP), também conhecida como insuficiência ovariana primária (IOP) é definida por amenorreia por um período de 4 a 6 meses. Ou A falência ovariana precoce (FOP), também conhecida como insuficiência ovariana primária (IOP) é definida por amenorreia por um período de 4 a 6 meses. Ou seja, ela está diretamente associada à ausência de menstruação. Pode ocorrer como um caminho natural da vida das mulheres, que normalmente a partir dos 50 anos deixam de menstruar, mas pode vir mais cedo... e é aí que está o problema. "Se a FOP for identificada em mulheres na faixa dos 50, é relativamente esperado. O grande problema é que ela tem sido mais diagnosticada em jovens e a preocupação, nesses casos, é enorme", explica o médico do IVI Salvador, Dr. Fábio Vilela.
A incidência da falência ovariana precoce (FOP) é de cerca de 1:1.000 antes dos 30 anos, 1:250 em torno dos 35 anos e de 1:100 aos 40 anos. Representa entre 10 e 28% dos casos de amenorreia primária, entre 4 e18% dos quadros de amenorreia secundária e de 2 a 3% das situações de infertilidade feminina. A falência esporádica é a forma mais comum. Porém, em cerca de 5% dos casos, observa-se uma história familiar positiva, o que sugere uma predisposição genética para essa patologia.
O quadro clínico é caracterizado pela ausência de menstruação. Neste caso, geralmente é precedida por um período de irregularidade menstrual e flutuações das gonadotrofinas, tendo uma apresentação muito complexa. Muitas vezes o primeiro sinal é uma resposta inadequada à estimulação ovariana ou exames que mostrem uma reserva ovariana baixa. Para essas pacientes, a chance de FOP é cerca de quatro vezes maior e, portanto, elas devem ser alertadas sobre os riscos futuros de sua vida reprodutiva.
Os sintomas costumam ser intensos, tanto vasomotores (sudorese e ondas de calor), como atrofia vaginal e cutânea, consequentes do hipoestrogenismo. Podem ainda apresentar insônia, irritabilidade, cefaleia, instabilidade emocional e depressão, levando a grande comprometimento da qualidade de vida.
"O impacto emocional que as mulheres sofrem com o diagnóstico de FOP é imenso, com uma grande sensação de frustração e de perda da sua fertilidade e feminilidade, portanto, o ginecologista deve ter muito cuidado ao dar essa notícia e sempre oferecer todo o apoio necessário, inclusive psicológico", explica o especialista.
Do ponto de vista reprodutivo, alguns estudos demostraram que 16 a 50% das mulheres que foram diagnosticadas com Falência Ovariana Precoce em amenorreia por 3 a 6 meses ovularam, mas somente cerca de 5 a 10% delas engravidaram espontaneamente ou com ajuda de tratamento. A maioria das vezes, a única opção para uma gestação é utilizando óvulos doados.
Entre 80/90% das vezes não é encontrada uma causa, sendo considerada idiopática. Em cerca de 5% dos casos, ocorre a forma hereditária, em que a FOP pode ser prevista pelo histórico familiar. O restante ocorre de forma esporádica.
Tratamento da infertilidade para pacientes com FOP
O tratamento da infertilidade vai depender do estágio em que foi feito o diagnóstico e pode ser dividido em algumas fases, que vão desde a prevenção, passando pela tentativa de restauração da função ovariana, para chegar à ovodoação.
No caso da prevenção, pacientes que irão ser submetidas a cirurgia, quimioterapia ou radioterapia podem utilizar de técnicas de preservação da fertilidade, e assim manter chance de gravidez após os tratamentos. Isso vale também para aquelas com diminuição da reserva ovariana precocemente ou história familiar de FOP.
A restauração da função ovariana é limitada, pois 5% a 10% das pacientes ainda apresentam alguma função ovariana e podem engravidar até mesmo espontaneamente, no caso de amenorreia secundária com cariótipo normal. Se a amenorreia for primária, esta chance é praticamente nula. Nos casos em que se percebe uma diminuição precoce da reserva ovariana em pacientes que desejam engravidar, pode-se realizar a estimulação ovariana para fazer a fertilização in vitro.
A ovodoação é a fase utilizada para aquelas mulheres em que o ovário realmente já entrou em falência completa, já não responde mais a estimulação. Neste caso, a única opção terapêutica viável é o uso de óvulos doados para alcançar a gestação.
Sobre o IVI - RMANJ
IVI nasceu em 1990 como a primeira instituição médica em Espanha especializada inteiramente em reprodução humana. Desde então, ajudou a criar mais de 200.000 crianças, graças à aplicação das mais recentes tecnologias em Reprodução Assistida. No início de 2017, a IVI fundiu-se com a RMANJ, tornando-se o maior grupo de Reprodução Assistida do mundo. Atualmente são em torno de 80 clínicas em 9 países e 3 centros de pesquisa em todo o mundo, sendo líder em Medicina Reprodutiva. Em 2021, a unidade IVI Salvador completou 11 anos. https://ivi.es/ - http://www.rmanj.com/