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03 de Junho de 2015 | 22h 12
Na prática, através do fundo partidário e do horário gratuito já financiamos boa parte da política. Portanto, o financiamento público de campanha é uma destas teses que vão bem ao coração, mas não à realidade. Por outro lado com o dinheiro entregue aos partidos os líderes irão escolher quem deve ser ajudado. É melhor que as doações privadas sejam legalizadas e que regras sejam estabelecidas. O que é preciso que seja transparente.
O que cada um recebe deve ser exposto e o eleitor vota naquele candidato se quiser. O resto é querer fazer campanha com nosso dinheiro e cobrar das privadas para o próprio bolso.
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03 de Junho de 2015 | 22h 11
Embora seja partidário da reeleição, sem direito a novo mandato executivo após os oito anos, reconheço que com nossas frágeis instituições, ela foi ruim. Não é a raiz de todo mal, mas é um elemento dos mais nocivos e que fez um sorbônico mal ao país! Deve-se sua existência à vaidade e ambição de FHC - bom não esquecer - que sempre foi acusado de comprar a emenda com deputados adquiridos no shopping parlamentar por R$300 mil.
Valeu, Eduardo Cunha, que Deus me perdoe.
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03 de Junho de 2015 | 22h 11
O abate do distritão, fim das coligações e a cláusula de barreira, ainda que meia boca, foram avanços desta reforma.
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03 de Junho de 2015 | 22h 00
A única surpresa é ter demorado tanto. Poucos ambientes, talvez o tráfico, é tão corrupto, sujo, e cheio de negociatas como o futebol. O esporte que encanta o torcedor e o ilude é o mesmo que desvia recursos e usa o estado para construir suas arenas superfaturadas e jogadas sujas. A queda de Marin, um ladrão de medalhas, sucessor do mais suspeito de todos os presidentes - Ricardo Teixeira - purifica o ambiente esportivo.
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03 de Junho de 2015 | 22h 00
Evidente que o chefe maior da FIFA, Blatter, apesar de apelar pra o mantra Lulista do “eu não sabia” não tem como ficar isento de responsabilidade. Seja por cumplicidade, seja por incompetência, não pode manter-se no cargo.