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03 de Junho de 2015 | 22h 00
A única surpresa é ter demorado tanto. Poucos ambientes, talvez o tráfico, é tão corrupto, sujo, e cheio de negociatas como o futebol. O esporte que encanta o torcedor e o ilude é o mesmo que desvia recursos e usa o estado para construir suas arenas superfaturadas e jogadas sujas. A queda de Marin, um ladrão de medalhas, sucessor do mais suspeito de todos os presidentes - Ricardo Teixeira - purifica o ambiente esportivo.
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03 de Junho de 2015 | 22h 00
Evidente que o chefe maior da FIFA, Blatter, apesar de apelar pra o mantra Lulista do “eu não sabia” não tem como ficar isento de responsabilidade. Seja por cumplicidade, seja por incompetência, não pode manter-se no cargo.
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03 de Junho de 2015 | 22h 00
Felizmente a Justiça americana está fazendo o que a Justiça brasileira, de tão poucos Mouros, não conseguiu.
Fosse aqui se apelaria para a idade do criminoso, alegação de doença, se acusaria a imprensa e ele iria para casa. E a gente ainda fala mal dos americanos.
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03 de Junho de 2015 | 22h 00
Disposto a encarar o jogo bruto, Romário partiu pra área e conseguiu assinaturas para instalar a CPI da CBF.
É outra partida da qual não se sabe quantos jogadores em campo vão sobrar, mas é uma necessidade inadiável.
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03 de Junho de 2015 | 21h 59
Com a revelação de que Teixeira, Marin e Del Nero repartiram propinas, a permanência deste último como presidente da CBF torna-se insustentável. O respeito ao torcedor não pode ser chutado pra escanteio.