O Comendador Targino é pequeno. Liga a Marechal à Senhor dos Passos, bem em frente à Receita Estadual, onde acaba em um buraco. Nele tem de tudo: ponto de taxi, estacionamento dos dois lados, ponto de van, banca de frutas.
Falta: recapeamento asfáltico, sinalização, recuperação da sumida faixa de pedestre.
Ao que parece, no entanto, é mais fácil fazer o BRT que o Secretário de Obras recuperar o beco.
Parece pouco importante, mas é essencial ter uma cidade sinalizada. Facilita a vida de carteiros, entregadores, visitantes e mesmo de moradores. Em Feira, até o centro tem placas degradadas ou ruas sem indicação.
A cidade precisa ser afetiva para seu “consumidor.” Organização, limpeza, sinalização, beleza, não são menos importantes que os itens clássicos para a qualidade de vida do cidadão urbano.
Indo a Conquista observo que o serviço de táxi - como nas grandes cidades-, é padronizado. Aqui, não sei a razão, tem táxi de toda cor e de todo jeito. É preciso rever porque a padronização facilita identificação e traz ideia de segurança e organização para o usuário.
A obra segue rápido apesar da chuva. Caminhões e tratores trabalham inclusive aos domingos. A velha casa da bomba que já serviu para abastecer Feira está visível. Vamos ficar de olho. É mérito do deputado Zé Neto, reconheço.
O governo do estado, de Rui Costa, está de parabéns pelo início das atividades de musicalizacão da Orquestra e Coral Neojiba de Feira de Santana, para 80 crianças de 8 a 9 anos, escolhidas com apoio da Base Comunitária de Segurança do George Américo.