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Economia

Dilma rejeita pedido para reduzir preço do diesel

Glauco Wanderley - 25 de fevereiro de 2015 | 16h 02

Redução é uma das reivindicações dos caminhoneiros que protestam nas estradas

Dilma rejeita pedido para reduzir preço do diesel
Presidente queria falar somente de Minha Casa Minha Vida, mas também respondeu outras perguntas (Foto: Henrique Mendes / G1)
 
"O governo não tem como baixar o preço do diesel", decretou a presidente Dilma Roussef na manhã de hoje em Feira de Santana, ao responder sobre uma das principais reivindicações dos caminhoneiros que bloqueiam estradas em todo o país.
 
Na véspera da visita da presidente, o protesto chegou a Feira de Santana. Mas na inauguração os manifestantes não foram vistos. 
 
Dilma defendeu a política de preços do governo para os combustíveis, criticando quem defende que o custo para o consumidor interno varie de acordo com os preços internacionais do barril, que no momento estão em baixa.
 
"A política sempre é melhor em relação aos combustíveis quando ela é estável.
O que não é possível é submeter o país aos altos e baixos da política de petróleo. Se depois voltar a subir, também não estamos pretendendo mexer no preço agora", garantiu.
 
A presidente argumentou que não aumentou preços. Apenas mexeu nos valores de um imposto, a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). O certo é que os cálculos iniciais apontaram para uma elevação de até 22 centavos por litro de gasolina nas bombas.
 
"Passamos o ano de 2013 e 2014, sobre [sic] um conjunto de críticas dizendo  que o governo e a Patrobras tinham que elevar o prçeo da gasolina e do diesel. Passamos todo o período de 100 a 120 dólares sem mexer significativamente nos preços dos combustíveis. Agora também não mexemos. O que fizemos foi recompor a CIDE. E não elevamos uma vírgula o preço dos combustíveis, nem abaixamos", defendeu. 


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