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Saúde

Atividades que desestressam e aliviam as mamães no Hospital da Mulher

15 de outubro de 2015 | 17h 26
Atividades que desestressam e aliviam as mamães no Hospital da Mulher
O desestresse é gerado pela situação do filho e do período de estadia das mamães na instituição
Sandra de Jesus está há 22 dias acompanhado a filha Laura no Hospital da Mulher – entre a UTI Neonatal e a ala do Método Mãe Canguru. Ludmila Magalhães, mãe de Alice, está há 16 dias na instituição – entre os dois setores. Ambas reclamam que o estresse está em alta. Para controlar o emocional participam de atividades planejadas pelo setor de psicologia.
 
Na quarta-feira, as mães que estão com filhos da UTI ou no Método Canguru trabalharam suas habilidades manuais com artesanato. Na quinta-feira, assistiram apresentações de fantoches. Dizem que contam os dias para sair. Ludmila espera deixar o hospital na próxima semana. Elogia a iniciativa de oferecer meios de ocupação do tempo.
 
“Ocupar a mente sempre é bom, porque a gente fica muito tempo sem fazer muita coisa. Só pensando na criança. Estas são atividades que relaxam”, afirmou a dona de casa. “E ontem (quarta-feira) tive a alegria de passar a primeira noite ao lado da minha filha”.
 
Há 22 dias ‘internada’ com a filha Laura, Sandra de Jesus também elogia a iniciativa de buscar opção para que o tempo das mães seja ocupado por atividades que lhes dão retorno, em termos emocionais. “A gente passa a maior parte do dia aqui e a única coisa que fazemos é conversar, trocar nossas experiências. Com as estas atividades as horas passam mais rapidamente”. Disse que fez uma cartinha para a filha, que será oportunamente lida, e que produziu um porta-retrato. “São lembranças que vou levar”. Ela mora em Mundo Novo.
 
Para a psicóloga Áquila Costa, as iniciativas são maneiras de oferecer as mulheres relaxamento e o desestresse – gerado pela situação do filho e do período de estadia na instituição, bem como trabalhar a saúde mental delas. “E nestes momentos elas compartilham suas experiências, principalmente do momento no qual vivem”.


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