O homem acusado de matar a empresária Yasminn Novais Nogueira, de 30 anos, e jogar o corpo dela em uma estrada situada na zona rural do município de Coração de Maria, foi preso nesta quarta-feira (21).
O suspeito, de 25 anos, era empregado da vítima, em uma
gráfica localizada na cidade de Conceição
do Jacuípe. De acordo com a Polícia Civil da Bahia (PCBA), o crime
aconteceu no dia 5 de janeiro.
O corpo de Yasminn apresentava marcas de estrangulamento e estava,
parcialmente, imerso em um rio, às margens de uma estrada vicinal de Coração de
Maria.
Como ela não residia no município onde foi achada morta, os
moradores disseram não conhecê-la. Também não souberam informar o que ela fazia
na cidade. Este fato retardou a identificação do corpo.
O inquérito, no entanto, revelou que o suspeito, identificado
como Gilvan dos Santos Barbosa,
foi quem levou Yasminn ao Terminal Rodoviário de Feira de Santana, no dia 30 de dezembro de 2025, a fim de que ela viajasse
para Fortaleza, onde passaria as festas de fim de ano.
A corporação ressaltou que o acusado também foi o responsável
por buscar a vítima, no retorno da viagem, no dia 5 de janeiro, mesma data em
que o corpo da empresária foi localizado.
Conforme a PCBA, no dia do assassinato, o suspeito teria retirado
diversos bens da residência da vítima e levado os objetos para a própria casa.
A prisão do suposto autor do crime foi efetuada no âmbito da Operação
Iscariotes. Ao chegarem à residência do suspeito, que está
localizada na Avenida Getúlio Vargas, região central de Conceição do Jacuípe, os
agentes deram voz de prisão ao suspeito, mediante cumprimento de ordem judicial
de prisão preventiva.
Na ocasião, os policiais relataram que o homem se preparava
para fugir. Conforme a corporação, ele planejava ir para o estado de Santa
Catarina.
Na delegacia, Gilvan dos
Santos Barbosa teria apresentado versões contraditórias. Além disso, ele
negou envolvimento no homicídio.
Na sequência, o suspeito foi encaminhado para a Delegacia
Territorial de Coração de Maria, onde permanece preso, à disposição do Poder
Judiciário. A Polícia Civil segue investigando o caso, a fim de esclarecer a
motivação do crime.