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Educação

Corte de verba de universidades e institutos federais da BA para 2021 será de R$ 72,5 milhões, diz UFBA

13 de agosto de 2020 | 15h 06
Corte de verba de universidades e institutos federais da BA para 2021 será de R$ 72,5 milhões, diz UFBA
Foto: Divulgação
O reitor e pró-reitores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) realizaram transmissão na manhã desta quinta-feira (13), detalhando os efeitos que o corte de verba de cerca de R$ 30 milhões, anunciados pelo Ministério da Educação (MEC), podem causa na instituição. Durante a transmissão, a UFBA informou que, somando as reduções previstas para todas as universidades e institutos federais baianos, o corte será de R$ 72.528.098.
 
A redução de verba da Proposta de Lei Orçamentária Anual (Ploa) para 2021, anunciada pelo MEC, será de cerca de 18% em relação ao orçamento de 2020.
 
Para a UFBA, isso significa R$ 29,923.536 a menos no orçamento. Nas outras instituições federais baianas, os cortes serão de:
 
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB): R$ 8,5 milhões
Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB): R$ 3,5 milhões
Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB): R$ 4,9 milhões
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA): R$ 16,1 milhões
Instituto Federal Baiano (IF Baiano): R$ 9,2 milhões
 
Na apresentação desta quinta, entre outros dados, foi mostrada a evolução do orçamento de despesas discricionárias (verba liberada pelo governo federal). Os gráficos mostram dados de 2011 à previsão para 2021.
 
No primeiro ano, foram liberados R$ 139.503.000 para universidade. No período entre 2011 e 2021, o maior valor foi atingido em 2016, com R$ 198.492.000. A partir daí, foram sucessivos cortes, com leve aumento em 2018, até chegar à previsão para 2021, de R$ 133.385.000, valor mais baixo que o liberado em 2011.
 
Logo depois, foi mostrada a relação entre os valores dos orçamentos de despesas discricionárias e a variação inflacionária. Em 2014 e 2015, os recursos liberados coincidiam com a variação dos custos pela inflação, nas casa dos R$ 183.345.000 e R$ 195.093.000, respectivamente.
 
A partir de 2016, os repasses foram menores em relação à variação de custos. A UFBA prevê que em 2021 essa relação atingirá a maior diferença, com R$ 133.385.000 liberados pelo MEC, enquanto os custos revisados pela inflação serão de R$ 257.017.000, uma diferença de R$ 123.632.000.
 
O reitor João Carlos Salles criticou o anúncio de corte. “Esse cenário afeta todas as universidades federais e institutos federais do pais, e afeta especialmente o estado da Bahia”, disse.
 O reitor e pró-reitores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) realizaram transmissão na manhã desta quinta-feira (13), detalhando os efeitos que o corte de verba de cerca de R$ 30 milhões, anunciados pelo Ministério da Educação (MEC), podem causa na instituição. Durante a transmissão, a UFBA informou que, somando as reduções previstas para todas as universidades e institutos federais baianos, o corte será de R$ 72.528.098.
 
A redução de verba da Proposta de Lei Orçamentária Anual (Ploa) para 2021, anunciada pelo MEC, será de cerca de 18% em relação ao orçamento de 2020.
 
Para a UFBA, isso significa R$ 29,923.536 a menos no orçamento. Nas outras instituições federais baianas, os cortes serão de:
 
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB): R$ 8,5 milhões
Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB): R$ 3,5 milhões
Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB): R$ 4,9 milhões
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA): R$ 16,1 milhões
Instituto Federal Baiano (IF Baiano): R$ 9,2 milhões
O G1 solicitou posicionamento à todas as instituições citadas e aguarda reposta.
 
Na apresentação desta quinta, entre outros dados, foi mostrada a evolução do orçamento de despesas discricionárias (verba liberada pelo governo federal). Os gráficos mostram dados de 2011 à previsão para 2021.
 
No primeiro ano, foram liberados R$ 139.503.000 para universidade. No período entre 2011 e 2021, o maior valor foi atingido em 2016, com R$ 198.492.000. A partir daí, foram sucessivos cortes, com leve aumento em 2018, até chegar à previsão para 2021, de R$ 133.385.000, valor mais baixo que o liberado em 2011.
 
Logo depois, foi mostrada a relação entre os valores dos orçamentos de despesas discricionárias e a variação inflacionária. Em 2014 e 2015, os recursos liberados coincidiam com a variação dos custos pela inflação, nas casa dos R$ 183.345.000 e R$ 195.093.000, respectivamente.
 
A partir de 2016, os repasses foram menores em relação à variação de custos. A UFBA prevê que em 2021 essa relação atingirá a maior diferença, com R$ 133.385.000 liberados pelo MEC, enquanto os custos revisados pela inflação serão de R$ 257.017.000, uma diferença de R$ 123.632.000.
 
O reitor João Carlos Salles criticou o anúncio de corte. “Esse cenário afeta todas as universidades federais e institutos federais do pais, e afeta especialmente o estado da Bahia”, disse.


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