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  • Feira de Santana, quinta, 13 de agosto de 2020

Famosos

Mãe de ex-dançarina do FitDance desabafa sobre empresa

23 de julho de 2020 | 14h 19
Mãe de ex-dançarina do FitDance desabafa sobre empresa
Foto: Reprodução
Não está nada fácil para o grupo FitDance. Se na frente das câmeras o clima era de alegria e muita dança, por trás não era nada assim. Ao longo dessa semana, vários integrantes (agora ex) do grupo têm feito denúncias nas redes sociais. E garantem que o clima com os donos da marca não era amigável, além de afirmar que foram enganados.
 
Esta coluna teve acesso a áudios nos quais Cristina Olliveira, mãe da ex-integrante Isis Olliveira, fala sobre a situação de sua filha no trabalho. Neles, Cristina fala que a dançarina acordava 4h30 para treinar e ir às gravações.
 
Além disso, diz que estava vendo a hora da filha ficar doente, além de garantir que Isis foi obrigada a trabalhar em meio à pandemia, sendo até acusada de “não querer trabalhar” após dizer que estava com medo de sair de casa em meio ao isolamento social.
 
Cristina disse ainda que Isis perdeu o brilho nos olhos e que o talento dela veio de berço, não do FitDance. Se Lorena Improta foi retirada do grupo por conta da própria estrela, Isis também foi colocada na “geladeira” por chamar a atenção.
 
A mãe de Isis comenta sobre o valor pago aos profissionais que, segundo ela, seria de apenas R$100 por turno e que a filha chegava a gravar até 6 músicas por este valor. Por outro lado, a empresa ganhava de R$ 10 mil a R$ 15 mil por música.
 
Tina, como também é conhecida, chegou a associar o trabalho na companhia à escravidão. E se, por um lado, muitos tem julgado na internet com frases do tipo “não saiu antes porque não quis”, os áudios de Tina ajudam a mostrar que não era bem assim: segundo ela, os contratos garantiam exclusividade por 4 anos, com direito a multas que poderiam chegar a R$ 200 mil em caso de rescisão. Ouça:
 
Nos áudios, ela afirma que Isis foi enganada com uma promessa de empresariamento que nunca aconteceu. E que o FitDance está acabando com a vida de sua filha, que tem até que tomar ansiolíticos. A coluna teve acesso à informação que, inicialmente, eles tinham proposto à bailarina uma rescisão cheia de privações, inclusive de não poder dançar em vários lugares nem criar canal no Google/YouTube.
 
Mas o pai dela, que é diretor musical da cantora Claudia Leitte, entrou em contato com os donos da marca e “esbravejou”. No final, o distrato teve a seguinte cláusula: “Não gravar vídeo com Ju Paiva, Dam e Live2dance”. Isis foi procurada, mas afirmou que não pode falar sobre o caso por questões legais.


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