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Saúde

Vacina de Oxford contra a Covid-19 será testada em Salvador; no total, serão 5 mil voluntários no Brasil

10 de julho de 2020 | 16h 06
Vacina de Oxford contra a Covid-19 será testada em Salvador; no total, serão 5 mil voluntários no Brasil
Foto: Reprodução
A vacina contra a Covid-19 idealizada pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca será testada em Salvador, informou o Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino, que coordena o processo a partir desta sexta-feira (10) no estado da Bahia.
 
Salvador passa a ser a terceira cidade brasileira com testes em andamento para a vacina. A cidade se junta a São Paulo e ao Rio de Janeiro, que desde o final de junho recrutam voluntários para a aplicação das doses. O Instituto D'Or também coordena os testes nos moradores da capital fluminense, enquanto a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cuida dos procedimentos em terras paulistanas.
 
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), esta é a vacina mais avançada em testagem no mundo. A declaração foi dada em 26 de junho por Soumya Swaminathan, cientista da agência de saúde da ONU.
 
Segundo a pesquisadora, uma outra vacina em fase de testes, idealizada pela emprensa Moderna, "não está muito atrás" da potencial imunização da AstraZeneca. Os dois projetos estão entre as mais de 200 vacinas candidatas contra a Covid-19, das quais 15 já entraram na fase de testes clínicos, em humanos.
 
Assim como em SP e no RJ, os voluntários devem ter de 18 a 55 anos, precisam ser profissionais de saúde ou pessoas que tenham uma alta exposição ao Sars CoV-2, além de não terem sido contaminadas até agora. Serão, nas três cidades, 5 mil participantes.
 
O recrutamento para os testes em Salvador será feito pela internet. No site do Instituto D'Or, o candidato fará um cadastro e, caso as respostas estejam dentro dos critérios exigidos, será convidado a participar do estudo. A seleção e o acompanhamento dos voluntários será no Hospital São Rafael.
 
Todos candidatos serão acompanhados por profissionais. De acordo com o Instituto D’Or, que viabiliza a ação, o estudo é "simples-cego" e randomizado, ou seja, os voluntários não sabem se receberão a vacina de Oxford ou a vacina controle.


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