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César Oliveira

Geilson, Colbert e a fila

08 de junho de 2015 | 21h 53
Geilson, Colbert e a fila

Ao que parece não é só nas lotéricas, bancos e rede de saúde que as filas andam causando problemas. O pega pra capar ameaça acontecer, também, na longíqua sucessão de Ronaldo.  A organização da sequencia preferencial na fila anda dando mais dor de cabeça que a ordem de desfile dos trios elétricos na Micareta, pois vários liderados políticos andam puxando brasa para sua sardinha.

 

Colbert sinaliza que o peso histórico do nome e sua adesão lhe coloca como candidato natural; Geilson, sensível, que deixou de aderir ao governo do estado para permanecer fiel a Ronaldo soltou o verbo dizendo que chegou primeiro, naturalmente querendo marcar espaço. Até porque, ficou meio ressabiado com a chegada de Sérgio Carneiro para compor o grupo, apesar dele  dizer que não é  candidato a nada e nem quer  atrapalhar ninguém, conversa que Geilson parece não ter botado fé, certamente lembrando que  política é como nuvem, já dizia Magalhaes Pinto: você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou.

 

Correndo por fora há outros pretendentes a subir ao altar com a  noiva cobiçada que é a PMFS. Evidente que tudo  há de passar pela indicação do vice na prevísivel candidatura de Ronaldo e a duração dos mandatos, ainda indefinido,  com a patética reforma política realizada no Congresso, até o momento.

 

Seja como for, Ronaldo, deve começar a preparar o ofurô e os panos quentes para acalmar os animos dos pretendentes. De qualquer modo  a situação em 2016 vai gerar  uma disputa acirrada, com pressão psicológica, desinformação e promessa de dote. Resta saber se haverá rugidos de leão ou miados de gatinhos.



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