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César Oliveira

A UEFS, a Polícia na Universidade, e o cobertor curto II

César Oliveira - 17 de junho de 2019 | 17h 51
A UEFS, a Polícia na Universidade, e o cobertor curto II

O governador do Estado fez uma séria acusação a UEFS: de gastar mais que o dobro de outras Universidades, com até mais campus, em segurança. Não soubemos de resposta da Universidade. Em 2016, o valor estava em torno de 20% do custeio, com média de R$912 mil por mês. Atualmente, a previsão de gastos é de algo superior a  R$ 8 milhões. São valores impressionantes, o que nos leva a uma questão importante, a ser debatida.

A Polícia é uma força legítima da Sociedade, inclusive do governo Rui Costa. Nos dias de hoje, com a violência existente,  existir uma área que Polícia não entra é uma aberração, até porque, depois de 16 anos de um governo de esquerda o discurso de liberdade do pensamento não faz mais sentido. Além disso, notícias recentes mostraram fuzis encotrados em  Universidade no Ceará e uso do campus para distribuir drogas em Minas. O tipo de segurança que a Universidade oferece não combate essa criminalidade.

Então, não está na hora de colocar a Polícia para patrulhar os campus como é seu dever e para o qual já está sendo paga permitindo reduzir-se essa despesa, ao menos para metade do valor, mantendo-se apenas a  segurança patrimonial?

Caso reduzamos  R$ 5 milhões, só no mandato de um Reitor, daria R$20 milhões de reais. Se reeleito, R$40. É muito dinheiro. 

Aliás, a Universidade tratar dessa forma a Polícia e, de certa forma, catequisar seus alunos que uma força policial legítima não pode entrar na Univerdidade não parece ser uma lição das mais dignas e éticas.

Em tempos de cobertor curto essa é uma discussão que precisa ser feita.



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