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Obra que altera trânsito na Avenida de Canal deve durar 90 dias

06 de novembro de 2018 | 14h 37
Obra que altera trânsito na Avenida de Canal deve durar 90 dias
Foto: Reprodução
A dinâmica do trânsito entre a Rua Tomé de Souza e a interseção em “T” entre a Avenida de Canal e a Rua Olímpio Vital, está modificada desde as primeiras horas de ontem (5) até o final da construção da parte final do Tunnel Liner, prevista para 90 dias.
 
Esta estrutura, que tem mais de 2,3 quilômetros de extensão, vai direcionar para o canal de macro drenagem na avenida Padre Anchieta, as águas das chuvas acumuladas nos túneis Carlos Alberto Kruschewsky e Divaldo Franco. Esta intervenção será a partir da rua São Luiz.
 
Não será permitido o acesso à avenida de Canal a partir da Rua João Evangelista. Estes motoristas deverão pegar a Rua Farmacêutico José Alves, que é mão dupla, e seguir pela rua Manoel Mathias, que foi transformada em mão única, sentido Centro de Abastecimento – antes era o contrário a partir do Ceparh.
 
Pela João Evangelistas passam ônibus de 10 linhas, que fazem cerca de 90 viagens transportando passageiros. Para organizar o trânsito, a SMT (Superintendência Municipal de Trânsito) escalou seis equipes de agentes de trânsito, que atuarão na orientação dos motoritas.
 
Para chegar a Canal, entra à esquerda, na Olímpio Vital ou pegar a Rua Juvêncio Erudilho. Quem trafega pela Olímpio Vital vai ser autorizado a seguir à direita, pela Canal. “Mais de 60 placas de orientação foram colocadas nestas ruas”, disse o superintendente municipal de trânsito, Maurício Carvalho.
 
Quem está na Avenida de Canal e deseja chegar à Rua Tomé de Souza terá opção a rua Acácia e outras com entrada à direita. “Os motoristas devem prestar atenção, nestas ruas, às placas de sinalização, principalmente sobre a proibição de estacionamento”, disse o superintendente.
 
Maurício Carvalho ainda disse que o acesso com veículos ao trecho citado, mesmo que controlado, será permitido para moradores e clientes das lojas comerciais e prestadores de serviço. “O que se busca é não prejudicar os comerciantes e tocar a obra para que seja concluída no prazo”.


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