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Não sou obrigada a fazer campanha política, desabafa Anitta após ataques na web

19 de setembro de 2018 | 16h 48
Não sou obrigada a fazer campanha política, desabafa Anitta após ataques na web
Foto: Reprodução / Instagram
O capítulo da cobrança para que Anitta se posicione sobre a campanha política ganhou mais um capítulo. Além da ameaça de boicote por não postar nada contra o candidato Jair Bolsonaro, que apresenta opiniões contrárias ao público LGBTQ+ - do qual Anitta é uma das maiores beneficiadas do Pink Money   – na manhã desta quarta-feira (19), a carioca recebeu mais ameaças por começar a seguir uma amiga que defende o candidato.  Em longo desabafo no stories, Anitta iniciou dizendo que não “gostaria de ter que parar de falar com ela por conta da posição política dela”.
 
“Então, mais uma vez, venho pedir mais amor. Sou uma cidadã igual a vocês, trabalho pra caramba, pago meus impostos. Como cidadã fiz meu dever, escolhi - dentro do que acredito- o meu candidato, mas assim como vocês eu tenho o direito a ter o voto secreto e não quero dar minha posição política. Não é porque eu sou uma artista que devo dizer o meu voto e que devo receber ameaças e xingamentos por não falar publicamente sobre isso. Não sou obrigada a fazer campanha política para ninguém por ser uma pessoa pública”, declarou.
 
Em seguida, pontuou que é a favor do respeito às diferenças e pediu para ser respeitada também. “Estou me sentindo muito desrespeitada por não poder exercer um direito que é meu. A coisa que mais falo sempre é o respeito. Sou feminista, respeito às sexualidades...Todo mundo me conhece. Respeito tudo porque gostaria de ser respeitada. Além de respeito e amor, as pessoas precisam se colocar no lugar do outro. Não é xingando seu familiar ou seu amigo que pensa diferente de você que você vai conseguir mudar a realidade do país. Não acho que esse seja o caminho. Vou sim continuar falando e tendo amigos de esquerda, de direita, porque respeito a opinião deles”.
 
Por fim, reiterou que não gostaria de ser “massacrada” por não deixar de falar com parentes ou amigos que pensem diferente dela sobre política ou de ser “massacrada” de exercer o direito de não expor o seu voto. “Não sou eu que vou conseguir dar esse caminho [da mudança do Brasil] para vocês, não sou capaz disso”, lembrou.


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