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Preconceito contra homossexuais é debatido no CRAS e escolas

22 de Maio de 2015 | 17h 43
Preconceito contra homossexuais é debatido no CRAS e escolas
Tal qual o racial, o preconceito contra a orientação sexual é velado – aquele que as pessoas sabem que existe, mas insistem em negá-lo. A mudança de comportamento é feita por pequenos avanços e iniciativas. Por isso, o assunto é debatido nos Centros de Referência e Assistência Social (Cras) e em escolas. O objetivo é esclarecer as pessoas sobre o tema.
 
No final da semana passada, o Departamento de Promoção de Igualdade de Gênero, Igualdade Racial e Juventude promoveu uma exposição fotográfica, tendo como base o tema. O evento foi realzado no MAC (Museu de Arte Contemporânea), primeira atividade pública de maio, dedicado ao combate à homofobia. No dia 27 vai acontecer um seminário com a participação de estudiosos e especialistas no tema. O local será o Auditório Dr. João Batista de Cerqueira, na Secretaria Municipal de Saúde, à tarde.
 
Até o final deste mês, a Divisão de Igualdade, órgão da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, vai promover uma série de ações no sentido de reconceituar uma situação que é debatida desde cedo, mas quase sempre numa ótica que tem como base o preconceito. Fábio Ribeiro, que chefia o setor, reconhece que os resultados do trabalho demoram a aparecer. Mas que ganhos na mudança comportamental vêm sendo registradas, mesmo que lentamente.
 
Como o preconceito é embasado por questões culturais, a mudança do comportamento, mais do que a aceitação pura e simples, está relacionada ao conhecimento. Daí a estratégia de se trabalhar com as crianças, sem que as cabeças dos seus pais – e adultos, em geral, sejam deixadas de lado. As informações didaticamente devem ser levadas de todos os ângulos possíveis.
 
Fábio Ribeiro defende a criação de uma lei que puna a homofobia. Comenta que as mulheres têm a Lei Maria da Penha e aqueles que ofendem os negros, com declarações de cunho racista, são punidos, de acordo com a lei. “As pessoas não acham normal que negros, pela sua cor, sejam xingados e nem que mulheres sejam agredidas”.

FONTE: Secom



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