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  • Feira de Santana, sábado, 20 de outubro de 2018

Economia

Vendas de veículos seminovos caem 12% na Bahia, aponta associação

11 de julho de 2018 | 17h 11
Vendas de veículos seminovos caem 12% na Bahia, aponta associação
Foto: Reprodução
As vendas de veículos seminovos e usados caíram cerca de 12% no comparativo entre os meses de maio e junho deste ano, na Bahia. O decréscimo acompanha o cenário da região Nordeste, que também apresentou uma redução de 11,3% no comércio de automóveis, veículos comerciais leves, pesados, motocicletas e outros.
 
Os dados são da Federação Nacional das Associações de Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), que aponta, ainda, que, no estado da Bahia, as motocicletas e outros tipos de veículos foram os menos comercializados, com redução de 13% na procura.
 
A Associação dos Revendedores Independentes de Veículos (Assoveba) atribui o declínio no comércio deste tipo de veículo à paralisação dos caminhoneiros, deflagrada no final de maio e que durou cerca de duas semanas.
 
"Os meses de maio e junho foram atípicos para a revenda de veículos em todo o Brasil, mas, no Nordeste, a situação foi ainda mais grave. Nestes meses, geralmente, as pessoas buscam trocar de carro por causa das viagens de São João. Neste ano, no entanto, o cenário mudou completamente e fomos surpreendidos pela queda das vendas por causa da greve dos caminhoneiros, que afetou diretamente no poder de compra da população", afirmou a presidente da Assoveba, Daniela Peres.
 
As vendas de veículos seminovos e usados caíram cerca de 12% no comparativo entre os meses de maio e junho deste ano, na Bahia. O decréscimo acompanha o cenário da região Nordeste, que também apresentou uma redução de 11,3% no comércio de automóveis, veículos comerciais leves, pesados, motocicletas e outros.
 
Os dados são da Federação Nacional das Associações de Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), que aponta, ainda, que, no estado da Bahia, as motocicletas e outros tipos de veículos foram os menos comercializados, com redução de 13% na procura.
 
A Associação dos Revendedores Independentes de Veículos (Assoveba) atribui o declínio no comércio deste tipo de veículo à paralisação dos caminhoneiros, deflagrada no final de maio e que durou cerca de duas semanas.
 
"Os meses de maio e junho foram atípicos para a revenda de veículos em todo o Brasil, mas, no Nordeste, a situação foi ainda mais grave. Nestes meses, geralmente, as pessoas buscam trocar de carro por causa das viagens de São João. Neste ano, no entanto, o cenário mudou completamente e fomos surpreendidos pela queda das vendas por causa da greve dos caminhoneiros, que afetou diretamente no poder de compra da população", afirmou a presidente da Assoveba, Daniela Peres.


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