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  • Feira de Santana, quinta, 13 de agosto de 2020

Cultura

Mostra Sesc amplia acesso a arte

20 de abril de 2015 | 16h 32

Inciativa levou cultura para palcos e ruas da cidade

Mostra Sesc amplia acesso a arte
Chorinho no centro de abastecimento

Foram oito dias de música, dança e teatro em todos os cantos da cidade. E a V Mostra Sesc de Artes foi encerrada com uma programação que resumiu a essência da Aldeia Olhos D’Água. Quem esteve no Centro de Abastecimento na manhã do sábado (18) foi recebido com música. Entre uma compra e outra, uma paradinha para ouvir – e até cantar junto – os antigos sucessos dos ritmos mais populares do Brasil, o chorinho e o samba, além de clássicos da Música Popular Brasileira.

Os instrumentos: violão, cavaquinho, bandolim, marcação, rebolo e, claro, o pandeiro em mãos experientes, na música e na vida. O cenário: o galpão de artesanato: A plateia: comerciantes, feirantes e consumidores que, além de frutas, legumes, carnes, cereais e artesanato, tiveram um item a mais na sua cesta de compras: a arte.

  O calor não impediu que muitas pessoas apreciassem o show do grupo Choro&Samba Entre Amigos, que há 10 anos encanta o público com um repertório reunindo o que há de melhor do samba, do chorinho e da MPB de modo geral, sob o comando do Mestre Didi.

 A noite de sábado teve programação dupla. No teatro da Câmara de Dirigentes Lojistas, o espetáculo de dança apresentado por Dielson Pessoa, “O Silêncio e o Caos”, apresentou uma sequência de momentos de euforia e depressão até o estágio da loucura e da busca da morte, retratando a bipolaridade. A plateia que lotou o teatro da CDL ficou extasiada diante de uma performance em que o bailarino/ator mostrou o que há de mais profundo na mente humana.

 O espetáculo foi seguido de um animado baile carnavalesco, no teatro de arena do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca). Quem participou do baile de máscara, ao som do grupo ComPassos & Serpentinas, relembrou os antigos sucessos carnavalescos, como “Chuva, Suor e Cerveja”, “Olhos Negros”, “Pombo Correio” e a clássica “Se a Canoa não virar”. Pessoas de todas as idades se juntaram em clima de alegria e dançaram a valer, como nos bailes de outrora, mesmo aqueles que não conheceram essa versão do carnaval.

 E no meio da festa a coordenadora Rebeca Rodrigues reuniu toda a equipe de produção e agradeceu o empenho para o sucesso da mostra, que transformou a rotina de Feira de Santana desde o dia 11. “Cada um deu uma parcela de contribuição para que o projeto acontecesse mais uma vez da melhor forma possível. E que venha 2016!”, comemorou, destacando ainda as parcerias e o apoio da imprensa.



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