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Esporte

Bahia e Campinense ficam no 0x0 pela Copa do Nordeste

26 de março de 2015 | 08h 47
Bahia e Campinense ficam no 0x0 pela Copa do Nordeste
Maxi colocou uma bola no travessão, mas cansou e saiu no segundo tempo

O mata-mata da Copa do Nordeste começou de forma esquisita para o Bahia, que ficou no zero com o Campinense em um jogo conturbado na Paraíba.

Um lance no qual o lateral tricolor Patric foi imprudente e acabou quebrando a perna de  Alvinho, do Rubro-Negro, colocou um peso sobre a partida, que transbordou confusões e não apresentou emoções.

No duelo de volta, sábado, na Fonte Nova, a vantagem do empate com gols é dos paraibanos. O Esquadrão precisa vencer para não ter de encarar uma disputa de pênaltis.

O primeiro tempo no Amigão se dividiu em duas partes. A primeira, bem mais curta, durou até os 14 minutos, com uma bela exibição do Bahia, lembrando seus melhores momentos na temporada.

A segunda, depois do momento citado até os 56 minutos (sim, o juiz foi obrigado a dar 11 de acréscimo), resumiu-se a muito tumulto e um jogo atrapalhado por um lance que foi misto de inconsequência e fatalidade.

Aos 14 minutos, o garoto Patric, do Tricolor, foi driblado pelo atacante Alvinho, do Campinense, e tentou evitar a escapada do rival com um carrinho. Acabou o atingindo gravemente, recebeu cartão amarelo e foi substituído por Bruno Paulista. A vítima foi tirada do campo de âmbulância e teve confirmadas fraturas na tíbia e fíbula da perna esquerda.

A partida ficou parada por 10 minutos e pouco aconteceu - futebolisticamente falando - até o soar do apito que mandou os atletas ao vestiário. Polêmicas não faltaram, com direito a expulsão do técnico Francisco Diá, do Rubro-Negro, que tirou a bola da mão de Tony quando este ia cobrar um lateral.

Sobrou até para o quarto árbitro Pablo dos Santos Alves, atingido por um objeto jogado da arquibancada.

Chances perdidas

Antes de tudo isso, o Bahia poderia ter aberto o placar em três lindas jogadas que terminaram em finalizações quase mortais de Maxi (duas vezes, uma delas carimbando o travessão) e Kieza. Lances que perderam importância diante do que o jogo se tornou.

Nitidamente superior, o Esquadrão precisava esquecer o triste episódio da primeira etapa e buscar o futebol que apresentou no começo do embate, como pediu o técnico Sérgio Soares em entrevista.

Nada feito. O time pareceu ter perdido ímpeto. Contra um Campinense que também não conseguia se impor, o jogo ficou sem alternativas e nenhum lance de perigo foi criado até o apito final.

Sendo assim espera-se que, no sábado, com os ânimos já menos acirrados, as equipes deixem de lado o rancor e as reclamações, e concentrem-se apenas no futebol.

FONTE: A Tarde



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